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	<title>Arquivo de Legislação - ADRUS Cursos</title>
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	<description>Educação Executiva e Profissionalizante</description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Apr 2026 16:05:09 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Reforma Tributária: O Guia de Sobrevivência para a Transição (2026–2033)</title>
		<link>https://adrus.com.br/legislacao/reforma-tributaria-transicao-2026-2033</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 16:03:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[área fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[imposto]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sistema tributário brasileiro está passando por sua maior transformação estrutural das últimas décadas. Se você atua nas áreas fiscal,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O sistema tributário brasileiro está passando por sua maior transformação estrutural das últimas décadas. Se você atua nas áreas fiscal, contábil, financeira ou de RH, já percebeu que não se trata apenas de uma mudança de nomes, mas de uma revolução na forma como as empresas operam e gerenciam seu caixa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em nossa última palestra na </span><b>Adrus Cursos</b><span style="font-weight: 400;">, o especialista Felipe Mota mergulhou nos detalhes do que esperar para os próximos anos. Confira os pontos cruciais discutidos:</span></p>
<p><b> O Fim do &#8220;Custo Brasil&#8221;?</b><br />
Atualmente, convivemos com mais de 1 milhão de normas tributárias vigentes. A promessa da reforma é uma simplificação radical com a substituição do ICMS, PIS, COFINS, ISS e IPI pelo modelo de <b>IVA Dual</b><span style="font-weight: 400;">:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>IBS (Imposto sobre Bens e Serviços):</b><span style="font-weight: 400;"> De competência estadual e municipal.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços):</b><span style="font-weight: 400;"> De competência federal.</span></li>
</ul>
<p><b>O Impacto Imediato no Caixa: Split Payment</b><br />
<span style="font-weight: 400;">Uma das maiores novidades tecnológicas é o </span><i><span style="font-weight: 400;">Split Payment</span></i><span style="font-weight: 400;">. Na prática, o tributo será retido no momento exato do pagamento eletrônico. Isso significa que a empresa não recebe mais o valor bruto para depois pagar o imposto em 30 ou 45 dias; o governo recebe a sua parte instantaneamente, o que exige um planejamento de fluxo de caixa muito mais rigoroso</span></p>
<p><b>Não Cumulatividade Plena e Créditos em 60 Dias</b><br />
<span style="font-weight: 400;">Para as indústrias e exportadores, há uma excelente notícia: o fim do acúmulo de créditos &#8220;presos&#8221;. Com o novo sistema, a promessa é de que os créditos tributários de insumos e ativos imobilizados sejam devolvidos ou compensados em até 60 dias, injetando liquidez no negócio.</span></p>
<p><b>Setor de Serviços: O Grande Desafio</b><br />
<span style="font-weight: 400;">Diferente da indústria, o setor de serviços pode enfrentar um aumento na alíquota nominal. O desafio será o repasse de preço e a adaptação estratégica para manter a margem de lucro diante da nova carga tributária.</span></p>
<p><b>Cronograma de Transição</b><br />
<span style="font-weight: 400;">A transição começa oficialmente em </span><b>2026</b><span style="font-weight: 400;"> (período de teste) e segue até </span><b>2033</b><span style="font-weight: 400;">. Serão sete anos de convivência entre o sistema antigo e o novo — um período desafiador que exigirá atualização constante dos profissionais.</span></p>
<p><b>Prepare-se agora!</b><br />
<span style="font-weight: 400;">A mudança dói, mas o conhecimento é o melhor remédio para evitar prejuízos e multas. Assista à palestra completa para entender detalhes sobre o </span><b>Imposto Seletivo</b><span style="font-weight: 400;">, a nova </span><b>Cesta Básica Nacional</b><span style="font-weight: 400;">, o funcionamento do </span><b>Cashback</b><span style="font-weight: 400;"> e como parametrizar o seu sistema para as novas regras.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">👉<a href="https://adrus.com.br/eventos" target="_blank" rel="noopener">https://adrus.com.br/eventos</a></span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Quer dominar a Reforma Tributária na prática? Conheça os cursos da Adrus e saia na frente no mercado! </span></i><br />
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			</item>
		<item>
		<title>IMPOSTO DE RENDA 2026: ENTENDA AS NOVAS REGRAS E A ISENÇÃO DE R$ 5 MIL</title>
		<link>https://adrus.com.br/legislacao/imposto-renda-2026</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 17:37:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cenário do Imposto de Renda (IRPF) em 2026 traz mudanças históricas que impactam diretamente o bolso do brasileiro. Com...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O cenário do Imposto de Renda (IRPF) em 2026 traz mudanças históricas que impactam diretamente o bolso do brasileiro. Com a nova Lei 15.270/2025, o governo estabeleceu novos marcos de isenção, mas é preciso atenção: as regras variam conforme o ano-calendário.</span></p>
<p><strong>O que muda na Declaração de 2026?</strong><br />
<span style="font-weight: 400;">Para a declaração que entregamos este ano (referente ao que você recebeu em 2025), a isenção de R$ 5 mil ainda não se aplica. A obrigatoriedade estimada é para quem recebeu rendimentos tributáveis acima de **R$ 36.432,00**. Além disso, quem possui bens (casa, carro, investimentos) que somam mais de R$ 800 mil também precisa prestar contas.</span></p>
<p><strong>A Isenção de R$ 5.000,00</strong><br />
<span style="font-weight: 400;">A tão esperada isenção para salários de até R$ 5 mil começou a valer em janeiro de 2026. Isso significa que, a partir de agora, esse valor sobra no seu orçamento mensal, mas o reflexo oficial na declaração de ajuste anual ocorrerá apenas em 2027.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fique atento às despesas com saúde! O sistema Receita Saúde exige organização rigorosa de recibos digitais e notas fiscais para garantir suas deduções sem riscos de cair na malha fina.</span></p>
<p><strong>Quer dominar cada detalhe e evitar erros no preenchimento?</strong><br />
<span style="font-weight: 400;">Assista agora à palestra completa no YouTube e tire todas as suas dúvidas: <a href="https://youtu.be/e2xS4fzJRKU" target="_blank" rel="noopener">https://youtu.be/e2xS4fzJRKU</a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para treinamentos profissionais, acesse: <a href="https://adrus.com.br/cursos/livres" target="_blank" rel="noopener">https://adrus.com.br/cursos/livres</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>O Fim da DIRF como conhecemos: O que você precisa saber para 2026</title>
		<link>https://adrus.com.br/legislacao/dirf-2026</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 19:44:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[departamento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[DIRF]]></category>
		<category><![CDATA[eSocial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A conformidade digital no Brasil atingiu um novo patamar. A Nova DIRF consolidou a transição definitiva do antigo programa gerador...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A conformidade digital no Brasil atingiu um novo patamar. A Nova DIRF consolidou a transição definitiva do antigo programa gerador para um sistema totalmente integrado via eSocial, EFD-Reinf e DCTFWeb. Se você atua no DP ou na contabilidade, o momento de ajustar os processos é agora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas afinal, o que muda na prática? A grande virada é que a DIRF deixa de ser uma obrigação anual &#8220;sofrida&#8221; em fevereiro para se tornar um fluxo contínuo. A Receita Federal agora extrai os dados diretamente dos seus envios mensais. Não há mais importação de arquivos XML; o que vale é a qualidade do dado enviado mês a mês.</span></p>
<p><b>Os 3 Pilares da Nova Declaração:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Parametrização de Rubricas: O eSocial não valida se a incidência está correta por lei, ele apenas aceita o que você informa. O erro na configuração da rubrica é o que mais gera divergências no extrator.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Plano de Saúde e Dependentes: A atenção deve ser redobrada no detalhamento por CPF e no registro correto da ANS. Dados incompletos aqui levam o colaborador direto para a malha fina.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Regime de Caixa: É fundamental entender que o extrator da DIRF reflete o pagamento. Se a folha de dezembro é paga em janeiro, ela compõe o rendimento do ano seguinte.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Um dado incorreto não prejudica apenas a empresa com multas, mas impacta diretamente a vida do colaborador. Erros de declaração têm gerado processos indenizatórios onde empresas são condenadas a pagar danos morais por retenções indevidas na malha fina.</span></li>
</ul>
<p><strong>Quer dominar a Nova DIRF e evitar dores de cabeça?</strong><br />
<span style="font-weight: 400;">A educação é o único agente transformador para quem quer segurança na prática do DP. Não fique para trás nessa transição tecnológica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">👉 Saiba mais sobre os cursos da Adrus e não perca as oportunidades! <a href="https://adrus.com.br/cursos/livres">https://adrus.com.br/cursos/livres</a></span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Desmistificando o Banco de Horas: 3 Pontos Cruciais que Você Precisa Saber</title>
		<link>https://adrus.com.br/legislacao/banco-de-horas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 14:32:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[banco de horas]]></category>
		<category><![CDATA[departamento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Folha de Pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[proventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O banco de horas, uma prática frequente em muitas empresas, é uma ferramenta poderosa para a compensação de horas extras....</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O banco de horas, uma prática frequente em muitas empresas, é uma ferramenta poderosa para a compensação de horas extras. Entender seus meandros é crucial para um relacionamento harmonioso entre empregador e empregado. Vamos desvendar três pontos essenciais sobre essa modalidade:</p>
<ol>
<li><strong> Fundamentação Legal: </strong></li>
</ol>
<p>O primeiro passo é compreender que o banco de horas deve ser formalizado por meio de Acordo Individual ou por Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Se estabelecido por acordo individual, a compensação pode ocorrer em um período de até seis meses. Por outro lado, se firmado por CCT ou Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), o prazo estendido é de até 12 meses.</p>
<ol start="2">
<li><strong> Prazos e Compensações: </strong></li>
</ol>
<p>Quando o prazo de compensação se esgota, a empresa tem duas opções: pagar as horas excedentes como extras ou, se houver faltas, descontá-las na folha de pagamento. É importante ressaltar que a legislação não prevê o desconto de horas negativas, mas tal prática pode ser inserida em um acordo específico. Consultar o departamento jurídico é sempre recomendável nesses casos.</p>
<ol start="3">
<li><strong> Gestão Eficiente &#8211; Organização é a Chave:</strong></li>
</ol>
<p>A eficácia do banco de horas está intrinsecamente ligada à gestão. Algumas empresas preferem administrar diariamente, enquanto outras adotam uma abordagem semanal ou mensal. A preferência pessoal muitas vezes determina o método escolhido. A gestão semanal, por exemplo, ajuda a evitar acumulações significativas no momento do lançamento para a folha de pagamento, minimizando erros e simplificando o processo.</p>
<p>Em meio a complexidades e potenciais armadilhas, compreender as nuances do banco de horas é fundamental. Seja pela formalização correta, pela gestão eficiente ou pela compreensão dos prazos, o sucesso dessa prática reside na atenção aos detalhes.</p>
<p>Em última análise, a implementação bem-sucedida do banco de horas não apenas beneficia a empresa e o empregado, mas também contribui para um ambiente de trabalho mais transparente e equitativo.</p>
<p>Se você deseja aprofundar seus conhecimentos sobre esse tema e muitos outros relacionados ao Departamento Pessoal, nossos cursos ofereces insights valiosos e práticos.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Diferença entre Acordo e Compensação</title>
		<link>https://adrus.com.br/legislacao/diferenca-entre-acordo-e-compensacao</link>
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		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Oct 2021 13:18:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[banco de horas]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[departamento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[DP]]></category>
		<category><![CDATA[Hora extra]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A compensação de horas ocorre quando um funcionário trabalha algumas horas a mais em um determinado dia em função de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A compensação de horas ocorre quando um funcionário trabalha algumas horas a mais em um determinado dia em função de outro que será suprimido, sem, contudo, que essas horas sejam consideradas como Horas Extras&#8230;</p>
<p>Ex: Funcionário trabalha algumas horas à mais de segunda a sexta para não ter que trabalhar no sábado, mantendo as 44 horas semanais.</p>
<p>Também pode ser utilizado para compensar um dia antes ou depois de um feriado, de forma a emendar as folgas.</p>
<p>As empresas que adotarem essa compensação precisam seguir algumas regras específicas de acordo com o que é estabelecido em lei.</p>
<p>O artigo 7º da Constituição Federal estabelece que a compensação de horas só pode ocorrer mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.</p>
<p>O banco de horas pode ser entendido como uma forma de compensação da jornada de trabalho, é um regime compensatório. Não é estabelecido para toda a organização, e sim individualmente.</p>
<p>É quando o funcionário precisa ficar trabalhando mais do que o normal, inclusive sobre as horas compensadas, em razão de aumento da demanda de serviços&#8230; é a hora extra, ou seja, a hora excedente da jornada normal.</p>
<p>O banco de horas irá somar tanto as horas positivas quanto as negativas, como por exemplo, em casos em que o funcionário precise sair mais cedo por algum motivo particular.</p>
<p>Dessa forma, a principal diferença entre o acordo de compensação e o banco de horas, é que o acordo deve ser formalizado em contrato, e o banco é usado em situações atípicas, quando o colaborador fica um tempo a mais em serviço ou que precise sair mais cedo por algum motivo, e tem que ocorrer a compensação dessas horas em até 6 meses.</p>
<p>Já o art. 59, por sua vez, diz que o acréscimo de salário de um funcionário pode ser dispensado se, caso o excesso de horas em um dia for compensado pela correspondente diminuição em outro dia, de maneira que não excedam, no período máximo de um ano, as somas das jornadas semanais de trabalho previstas, nem seja ultrapassado o limite máximo de 10 horas diárias.</p>
<p>Para reforçar essa exigência do acordo coletivo, foi criada a Súmula 85, que também estabelece as consequências do não atendimento à essas regras. Confira na íntegra:</p>
<p>I. A compensação de jornada de trabalho deve ser ajustada por acordo individual escrito, acordo coletivo ou convenção coletiva.</p>
<p>II. O acordo individual para compensação de horas é válido, salvo se houver norma coletiva em sentido contrário.</p>
<p>III. O mero não atendimento das exigências legais para a compensação de jornada, inclusive quando encetada mediante acordo tácito, não implica a repetição do pagamento das horas excedentes à jornada normal diária, se não dilatada a jornada máxima semanal, sendo devido apenas o respectivo adicional.</p>
<p>IV. A prestação de horas extras habituais descaracteriza o acordo de compensação de jornada. Nesta hipótese, as horas que ultrapassarem a jornada semanal normal deverão ser pagas como horas extraordinárias e, quanto àquelas destinadas à compensação, deverá ser pago a mais apenas o adicional por trabalho extraordinário.</p>
<p>Além disso, existem outras leis que estabelecem regras mais específicas sobre a aplicação da compensação de horas. Confira a lista que separei abaixo:</p>
<p>Não podem ter acordos de compensação de horas: os ascensoristas/cabineiros de elevador (Lei nº 3.270/1957); telefonistas (artigo 227, da CLT); empregados que exerçam atividade incompatível com a fixação de horário de trabalho (artigo 62, I, da CLT); e os gerentes, assim considerados os que exercem cargos de gestão, aos quais se equiparam, para efeito das normas relativas à jornada de trabalho, os diretores e os chefes de departamento ou filial (artigo 62, II, da CLT);</p>
<p>O acordo de compensação de horas deve ser anotado no livro ou ficha de registro dos funcionários (artigo 74, § 1º, da CLT).</p>
<p>Mas lembre-se: os colaboradores que tiverem uma jornada de trabalho com compensação de horas só podem trabalhar até 2 horas a mais por dia, respeitando o limite máximo de 10 horas.</p>
<p>Caso essas normas não sejam cumpridas, a empresa estará sujeita à multas conforme a extensão da infração e da intenção de quem a praticou.</p>
<p>Além disso, caso um colaborador esteja sob aviso prévio por exemplo, ele não poderá realizar compensação (na última semana). Caso isso ocorra, esse aviso será anulado e desconsiderado.</p>
<p>Prof. Luis Carlim</p>
<p>Para mais conteúdo de DP me siga no Insta <a class="notranslate" tabindex="0" href="https://www.instagram.com/departamentopessoal.facil/">@departamentopessoal.facil</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>LGPD entra em vigor com multa milionária, sua empresa está preparada?</title>
		<link>https://adrus.com.br/legislacao/lgpd-entra-em-vigor-com-multa-milionaria-sua-empresa-esta-preparada</link>
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		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Aug 2021 18:40:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[dados sensíveis]]></category>
		<category><![CDATA[lei geral de proteção de dados]]></category>
		<category><![CDATA[lgpd]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Abaixo segue texto um pouco longo, mas com bastante informações relevantes. Não deixe de ler e se atualizar (fonte: SindiVarejista...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="gmail-JsGRdQ">Abaixo segue texto um pouco longo, mas com bastante informações relevantes. </span><br />
<span class="gmail-JsGRdQ"><strong>Não deixe de ler e se atualizar </strong>(fonte: SindiVarejista de Campinas e Região).</span></p>
<p><strong><span class="gmail-JsGRdQ">A LGPD trata da responsabilidade da guarda e proteção que as empresas devem ter com os dados de seus funcionários, clientes, fornecedores e quaisquer outros.</span></strong></p>
<p>A partir deste 1º de agosto, as empresas que descumprirem a Lei Geral de Proteção Dados (LGPD) estarão sujeitas a penalidades administrativas, conforme determina a Autoridade Nacional de Proteção de Dados, agência que regula e fiscaliza essa nova legislação, que foi implantada em setembro de 2020. O órgão pode aplicar sanções administrativas e multa de 2% sobre o valor do faturamento da empresa, para cada infração cometida,<strong> até o limite de R$ 50 milhões</strong>. O valor da multa é proporcional ao porte de cada empresa.</p>
<p>Desde a implantação da LGPD, há uma estatística de 600 sentenças do poder judiciário aplicando penalidades, em razão do uso indevido de dados pessoais. A lei se aplica às empresas de qualquer segmento de atividades – indústria, comércio e serviços e de todos os tamanhos.</p>
<p>É fundamental que as empresas entendam que o conceito de proteção de dados é amplo e válido inclusive para os próprios dados pessoais dos seus colaboradores e terceirizados. O nome e endereço do funcionário, por exemplo, são dados que devem ser protegidos, de acordo com a LGPD.</p>
<p>A disponibilização de dados pessoais somente pode ocorrer com a anuência explícita dos seus titulares, sejam esses dados guardados de forma virtual ou física. As empresas devem criar protocolos e habilitar gestores para que os dados que circulam na organização sejam tratados de acordo com o que determina essa nova legislação, que veio para ficar.</p>
<p>Mas há algumas exceções a isso. É possível tratar dados sem consentimento se isso for indispensável para: cumprir uma obrigação legal; executar política pública prevista em lei; realizar estudos via órgão de pesquisa; executar contratos; defender direitos em processo; preservar a vida e a integridade física de uma pessoa; entre outros.</p>
<p>Ainda tem dúvidas de como implantar as normas e regras da LGPD na sua empresa? Nós estamos aqui para te ajudar.</p>
<p><strong>Curso LGPD aplicada ao DP/RH</strong><br />
O curso apresenta a compreensão essencial da proteção de dados pessoais, conforme a legislação em vigor no Brasil, e trata das exigências legais e técnicas para sua proteção adequada, tanto no aspecto responsivo quanto preventivo.<br />
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		<title>O que é o fator R do Simples Nacional?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2021 18:22:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[alíquotas]]></category>
		<category><![CDATA[Fator R]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[imposto]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[Simples Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[tributário]]></category>
		<category><![CDATA[tributos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fator R é o cálculo que determina se a atividade exercida por uma empresa terá como base de tributos as alíquotas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fator R é o <strong>cálculo que determina se a atividade exercida por uma empresa terá como base de tributos as alíquotas do Anexo III ou do Anexo V do Simples Nacional.</strong></p>
<p>Essa nova forma de identificar a tributação de um negócio surgiu após a alteração da Lei Complementar nº 123/2006, responsável pela regulamentação dos benefícios instituídos às microempresas e empresas de pequeno porte, incluindo a apuração e o recolhimento de impostos municipais, estaduais e federais.</p>
<p>As modificações dessa lei foram efetivadas por outra Lei Complementar, a de nº 155/2016, que tem como objetivo reorganizar e tornar mais simples a apuração dos impostos das empresas optantes do Simples Nacional.</p>
<p>Entre as mudanças mais significativas da nova lei complementar está a extinção do Anexo VI. Com isso, as atividades econômicas que se enquadravam nessa tabela passaram a fazer parte do Anexo V.</p>
<p>No entanto, dependendo do valor da folha de pagamento, comparado ao faturamento anual, <strong>algumas atividades podem ser enquadradas no Anexo III</strong> e, dessa forma, pagar menos impostos, visto que sua tabela conta com alíquotas menores.</p>
<p>Como calcular o Fator R do Simples Nacional?</p>
<p><em>Para </em><em>calcular o Fator R</em><em> sem erros e, assim, se beneficiar com o pagamento menor de tributos, é preciso aplicar a fórmula certa e seguir algumas regras. </em></p>
<p>Para começar, é preciso ter o <strong>valor total da folha de pagamento da sua empresa e a receita bruta</strong>, ambos dos 12 últimos meses do período de apuração.</p>
<p>Essa base de cálculo do Fator R está determinada no §24 da lei complementar 123/2006:</p>
<ul>
<li><em> 24.  Para efeito de aplicação do § 5</em><em><sup>o</sup></em><em>-K, considera-se folha de salários, incluídos encargos, o montante pago, nos doze meses anteriores ao período de apuração, a título de remunerações a pessoas físicas decorrentes do trabalho, acrescido do montante efetivamente recolhido a título de contribuição patronal previdenciária e FGTS, incluídas as retiradas de pró-labore.</em></li>
</ul>
<p>Além disso, a lei complementa, no §26, com a seguinte orientação:</p>
<ul>
<li><em> 26.  Não são considerados, para efeito do disposto no § 24, valores pagos a título de aluguéis e de distribuição de lucros</em>.</li>
</ul>
<p>Ciente disso, veja a fórmula de cálculo do Fator R, lembrando sempre que se trata de valor referentes aos últimos 12 meses do mesmo período a ser apurado:</p>
<p><strong>Fator R = massa salarial / receita bruta</strong></p>
<p>Aqui, é importante considerar também as regras descritas na resolução CGSN nº 140/2018, que dispõe sobre o Simples Nacional:</p>
<ul>
<li>se a massa salarial for maior que 0 (zero) e a receita bruta igual a 0 (zero), o Fator R será igual a 0,28, ou 28%;</li>
<li>se a massa salarial for igual a 0 (zero) e a receita bruta maior do que 0 (zero), o Fator R será igual a 0,01, ou 1%;</li>
<li>se a massa salarial e a receita bruta forem maiores que 0 (zero), o Fator R corresponderá à divisão entre um valor e outro dos últimos 12 meses.</li>
</ul>
<p>Fonte: contabilizei.com.br</p>
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		<title>Acidente de Trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2021 14:29:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[acidente de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação Trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o colaborador sofre uma lesão temporária ou permanente enquanto trabalha ou por conta de sua ocupação, a CLT considera...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o colaborador sofre uma lesão temporária ou permanente enquanto trabalha ou por conta de sua ocupação, a CLT considera isso um Acidente de Trabalho. Isso inclui machucados resultados da repetição de uma mesma atividade e até mesmo doenças psicossomáticas decorrentes de sobrecarga e desgaste emocional no ambiente de trabalho, acidente no local de trabalho (ou em seus arredores) ou durante seu expediente. Isso inclui lesões que ocorrem em viagens a trabalho, ou quando o funcionário se machuca no caminho para o trabalho, ou voltando para casa após o expediente.</p>
<p>Em todos os casos é obrigatório existir uma avaliação médica para confirmação do ocorrido realizada pelo INSS. Depois disso, o indivíduo é afastado por um período, devido a incapacidade de continuar realizando suas tarefas. Nessas ocasiões não é permitido a demissão por parte das empresas.</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;"></li>
<li>Além disso é garantida a estabilidade de emprego: ao funcionário que está afastado pelo menos 12 meses de contrato com a instituição quando (e se) ele voltar a trabalhar.</li>
<li>E afastamento remunerado: Na maioria dos casos, o empregado é afastado por 15 dias. Mesmo que esse tempo se estenda, ele continua tendo direito à remuneração, garantida pelo INSS, até que se recupere.</li>
<li>Recolhimento do FGTS: Qualquer trabalhador acidentado possui direito ao FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).</li>
<li>Aposentadoria por invalidez: Lesões muito graves podem causar problemas que tornam o indivíduo incapaz de exercer aquela função novamente. Nessas situações, ele tem direito à aposentadoria por invalidez pelo INSS. Caso a invalidez seja parcial, ele pode receber a chamada aposentadoria especial.</li>
<li>Pensão por morte: Quando os acidentes levam o colaborador ao óbito, há a pensão paga pelo INSS aos dependentes daquela pessoa.</li>
</ul>
<p>A CLT serve, acima de tudo, para garantir aos trabalhadores os seus direitos. As duas situações abordadas neste texto são muito diferentes, porém, têm algo em comum: existem para manter justa a relação entre colaborador e empregador.</p>
<p>Fonte: employer.com.br</p>
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		<title>Declaração do Benefício Emergencial (BEm)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2021 11:55:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda compensatória]]></category>
		<category><![CDATA[benefício emergencial]]></category>
		<category><![CDATA[carteira de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[irpf]]></category>
		<category><![CDATA[redução de jornada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Receita Federal esclarece como declarar o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm) na Declaração do Imposto...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Receita Federal esclarece como declarar o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm) na Declaração do Imposto de Renda de 2021.</h3>
<div class="">
<div id="content">
<article>
<div id="content-core">
<div id="parent-fieldname-text" class="">
<div>
<p>Os valores recebidos a título de Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm) são considerados rendimentos tributáveis e devem ser declarados como tal na ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica, informando como fonte pagadora o CNPJ nº 00.394.460/0572-59.</p>
<p>Já a ajuda compensatória mensal paga pelo empregador é isenta e deve ser informada na ficha Rendimentos Isentos e Não Tributáveis, no item 26 &#8211; Outros com o CNPJ da fonte pagadora (empregadora). Recomenda-se que seja informado na descrição o texto “Ajuda Compensatória” para identificar a natureza dos valores.</p>
<p>Para saber quais valores foram pagos como benefício emergencial ou ajuda compensatória, o contribuinte deve acessar o aplicativo Carteira de Trabalho Digital, disponível nas principais lojas virtuais para celulares e tablets, ou consultar a sua fonte pagadora (empregador).</p>
<p>Saiba mais sobre a Carteira de Trabalho Digital em: <a href="https://www.gov.br/pt-br/temas/carteira-de-trabalho-digital">https://www.gov.br/pt-br/temas/carteira-de-trabalho-digital</a></p>
<h3>O que é o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm)?</h3>
<p>O Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm) é um benefício criado pelo Governo Federal no âmbito do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, regulamentado pela Medida Provisória 936/2020, posteriormente convertida na Lei 14.020/2020, para enfrentamento do estado de calamidade pública e da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus.</p>
<p>O programa tem como objetivo preservar o emprego e a renda, garantir a continuidade das atividades laborais e empresariais e reduzir o impacto social decorrente das consequências do estado de calamidade pública e da emergência de saúde pública.</p>
<p>O benefício propriamente dito é pago nos casos em que há acordos entre trabalhadores e empregadores em situações de redução proporcional de jornada de trabalho e de salário e suspensão temporária do contrato de trabalho.</p>
<p>Acesse <a tabindex="-1" title="https://servicos.mte.gov.br/bem/" href="https://servicos.mte.gov.br/bem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://servicos.mte.gov.br/bem/</a> para saber mais sobre o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda.</p>
</div>
</div>
</div>
<div class="documentActions"></div>
</article>
</div>
</div>
<div id="viewlet-below-content">Fonte &#8211; https://www.gov.br/receitafederal</div>
<div></div>
<div></div>
<div>
<p>O <strong><a href="https://adrus.com.br/">Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Educação Corporativa (IBDEC)</a></strong> é uma escola de cursos livres fundada em 2006 e que já formou mais de 17 mil alunos. Acreditamos que a Educação é a melhor ferramenta para garantir o pleno desenvolvimento dos indivíduos e instituições.</p>
<p>Através de projetos e cursos diferenciados, nossa escola permite ao aluno vivenciar nas aulas aquilo que fará em sua atividade profissional, através de exercícios práticos, dinâmicos e reais. Contamos com material didático próprio elaborado e revisado por profissionais experientes, com sólida formação acadêmica e conhecimento de mercado, proporcionando aos nossos alunos o contato com o que existe de mais atual e real em sua área.</p>
</div>
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		<title>Tipos de substituição tributária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2021 20:21:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[apuração de impostos]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[imposto]]></category>
		<category><![CDATA[ST]]></category>
		<category><![CDATA[Substituição Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Substituição tributária subsequente Também conhecida como substituição “para frente” ou “progressiva”, refere-se a operações/prestações futuras. Há uma cobrança antecipada do...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Substituição tributária subsequente </strong><br />
Também conhecida como substituição “para frente” ou “progressiva”, refere-se a operações/prestações futuras. Há uma cobrança antecipada do imposto com base em uma base de cálculo presumida.</p>
<p><strong>Substituição tributária antecedente</strong><br />
Também chamada de substituição “para trás” ou “regressiva”, ocorre quando o imposto a ser recolhido é relativo a fato gerador passado, ou seja, a operação/prestação que já ocorreu. É o que ocorre no diferimento, em que se transfere para o adquirente da mercadoria a responsabilidade pelo recolhimento do imposto devido pelo remetente e, cumulativamente, adia-se o termo inicial do prazo de recolhimento do imposto devido.</p>
<p><strong>Substituição tributária concomitante</strong>:<br />
Existe quando duas operações/prestações ocorrem simultaneamente e um dos sujeitos passivos substitui o outro relativamente a obrigação tributária principal. É o caso da substituição tributária no serviço de transporte prestado por autônomo e empresas transportadoras não inscritas no cadastro de contribuintes do ICMS no Estado em que se inicia a prestação.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> texto extraído da apostila do Curso Substituição Tributária do ICMS</p>
<p>O <strong><a href="https://adrus.com.br/">Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Educação Corporativa (IBDEC)</a></strong> é uma escola de cursos livres fundada em 2006 e que já formou mais de 17 mil alunos. Acreditamos que a Educação é a melhor ferramenta para garantir o pleno desenvolvimento dos indivíduos e instituições.</p>
<p>Através de projetos e cursos diferenciados, nossa escola permite ao aluno vivenciar nas aulas aquilo que fará em sua atividade profissional, através de exercícios práticos, dinâmicos e reais. Contamos com material didático próprio elaborado e revisado por profissionais experientes, com sólida formação acadêmica e conhecimento de mercado, proporcionando aos nossos alunos o contato com o que existe de mais atual e real em sua área.</p>
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