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	<title>Arquivo de comportamental - ADRUS Cursos</title>
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	<description>Educação Executiva e Profissionalizante</description>
	<lastBuildDate>Fri, 06 Nov 2020 11:55:55 +0000</lastBuildDate>
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		<title>A comunicação a serviço da empatia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2020 11:50:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A palavra empatia entrou definitivamente no vocabulário e na vida de boa parte das pessoas. Agora, está na hora de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A palavra empatia entrou definitivamente no vocabulário e na vida de boa parte das pessoas. Agora, está na hora de começarmos a praticar a comunicação não violenta em nossos relacionamentos pessoais e profissionais.</p>
<p>Alguns podem pensar: &#8220;Eu procuro conversar sempre tranquilo, sem gritos ou violência&#8221;. Neste artigo, vou tentar mostrar que nem só berros e xingamentos são considerados violentos.</p>
<p>Muitas vezes, durante as conversas, formulamos frases carregadas de julgamentos ou ironias e elas, nem sempre causam bem-estar ao ouvinte e nem a nós mesmos.</p>
<h3>Eu tenho um sonho</h3>
<p>No início da década de 1960, o pastor Martin Luther King, no qual falava da necessidade de união e coexistência harmoniosa entre negros e brancos no futuro e, seu famoso discurso, intitulado &#8220;I have dream&#8221;, inspirou, conscientizou e desencadeou muitas mudanças sociais e comportamentais, nos EUA e no mundo todo.</p>
<p>Nessa mesma época, um estudante que passou toda a vida escolar sofrendo bullyng e vivendo em cenários violentos, conseguia seu título de PHD em Psicologia clínica e seus trabalhos também teriam grandes influências nos acontecimentos da década.</p>
<p>Trata-se do doutor Marshall Bertram Rosenberg (1934-2015), criador do método da Comunicação não violenta &#8211; CNV &#8211; e que, nessa época oferecia orientação às escolas e universidades que estavam promovendo a integração racial.</p>
<p>O autor propunha que, em momentos conflituosos, era necessário agir e falar com empatia e, que esse era o caminho para solução, evitando acusações e atitudes defensivas.</p>
<p>Essa técnica, proposta por Rosenberg, chegava em uma momento de sociedade polarizada, dividida e, com pessoas, particularmente interessadas em si mesmas.</p>
<h3>Os componentes da CNV</h3>
<p>A CNV orienta e auxilia as pessoas a reformular a maneira de se expressar, deixando a tendência de respostas automáticas e comportamentos repetitivos.</p>
<p>Isso se deve a maior percepção do momento e do outro, daquele com quem se está falando. A escuta ativa e profunda, proposta pelo método, faz com que as interações se desenvolvam com mais empatia e, desta forma, com mais respeito e atenção.</p>
<p>A CNV não é um conjunto de técnicas ou uma receita de bolo, e sim, uma proposta para conexão mais pacífica entre pessoas e, desde sua criação foi aplicada com êxito em muitos países e diferentes áreas da sociedade.</p>
<p>Por exemplo, nos programas de paz, após a guerra civil de Angola, Moçambique, Ruanda, Irlanda Sérvia e Croácia</p>
<p>O doutor Rosenberg orienta que, para o funcionamento correto da comunicação não violenta é necessário que os praticantes conheçam os quatro componentes principais, que são:</p>
<h3><strong>1. Observação</strong></h3>
<p>É importante observar a situação para entendê-la corretamente. Rosenberg propõem questionamentos da mensagem que está recebendo, porém, sem criar julgamentos precipitados ou juízo de valor. Restringir-se a detectar o que gosta ou não gosto do fato ocorrido e não a forma como outro faz ou fala.</p>
<h3><strong>2. Sentimento</strong></h3>
<p>Após observar, é preciso entender qual sentimento a situação desperta e, nomear esses sentimentos: raiva, felicidade, tristeza, calma, ansiedade e assim por diante. O autor destaca que a pessoa que se permite a vulnerabilidade, consegue aprender a diferença entre o que sente, vê e pensa.</p>
<h3><strong>3. Necessidades</strong></h3>
<p>O passo seguinte ao entendimento é o reconhecimento das necessidades que estão ligadas a esse processo. Uma solução é mais fácil e pacificamente encontrada quando a pessoa consegue expressar suas necessidades.</p>
<h3><strong>4. Pedido</strong></h3>
<p>Ao chegar nesta etapa, os interlocutores estão a um passo das ações concretas e práticas, pois, sabem o que esperar um do outro. O autor orienta a utilização de uma linguagem positiva, afirmativa para fazer o pedido.</p>
<h3>Como aplicar na prática</h3>
<p>Para aplicar a CNV é preciso aprender a separar fatos de julgamentos. Um exemplo bem básico e corriqueiro, tanto nas empresas, como na vida pessoal, é a pontualidade.</p>
<p>Imagine que o chefe de J. pediu que chegasse com duas horas de antecedência ao evento que estão organizando, para acertar os detalhes e deixar tudo em ordem para os participantes.</p>
<p>No dia do evento, J. teve uma emergência hospitalar na família e não conseguiu avisar seu chefe, chegando em cima da hora do início do evento. Seu chefe com</p>
<p>os nervos à flor da pele, esbraveja: &#8220;Difícil contar com você, está sempre chegando tarde, quando a gente mais precisa. Isso é muita falta de respeito e profissionalismo!&#8221;</p>
<p>Se J responder: &#8220;E eu não suporto mais seus gritos!&#8221;, o conflito está montado e o evento e até o relacionamento profissional poderão estar seriamente comprometidos.</p>
<p>Utilizando os quatro componentes que falamos podemos ter um cenário completamente diferente disso. Imagine a diferença na comunicação se J. ouvisse algo assim:</p>
<p>“Quando você atrasa a um evento que organizamos juntos e como uma equipe (observação), eu me sinto desrespeitado (sentimentos), uma vez que a pontualidade é importante para mostrarmos aos convidados que estamos comprometidos com o evento (necessidades). No próximo, você poderia chegar na hora combinada? (pedido)”</p>
<p>Percebe que o foco está na ação e não na pessoa? Você pode até pensar: &#8220;Essa frase é longa e não parece tão natural. Mas, com a prática da CNV, os usuários vão se acostumando e adaptando ao vocabulário mais adequado para si.</p>
<h3>Como aplicar na prática</h3>
<p>Há cerca de 900 a.C, foi escrito o Livro de Provérbios, atribuído ao rei Salomão, que consta na bíblia cristã e hebraica e que ensina: &#8220;A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira&#8221;. (Provérbios 15:1).</p>
<p>A CNV busca exatamente isso: uma comunicação branda, que proporcione o entendimento entre as pessoas, mantendo os debates no mais alto nível de respeito aos pontos de vistas diferentes. Proporcionando compartilhamento de conhecimentos e de experiências saudáveis.</p>
<p>Recapitulando, para aplicar e praticar a CNV é importante: não julgar ou acusar, explicar suas necessidades de forma clara e objetiva; colocar-se no lugar da outra pessoa, sempre que possível, nunca alimentar conflitos, coloque o foco nos fatos ou ações e não na pessoa.</p>
<p>Deixo aqui, mais uma frase do livro &#8220;Provérbios&#8221;, do escritor Marcos Rogério para a reflexão:</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;O conhecimento é nada mais do que uma acumulação de fatos brutos, mas a sabedoria é a capacidade de ver as pessoas, eventos e situações como o Amor infinito os vê&#8221;.</strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Texto  escrito por <a href="https://www.linkedin.com/in/bettoalves/">Betto Alves</a></em></strong></p>
<p>É jornalista, publicitário, especialista em Marketing Digital. Experiência em gestão e consultoria de projetos de comunicação offline e digital. Atua como professor na Esamc Campinas, nos cursos de graduação e MBA da instituição, nos eixos de negócios, comunicação e audiovisual. Especialista em desenvolvimento de treinamentos presenciais e em plataformas EAD. Ministrou palestras motivacionais para líderes e colaboradores em várias empresas, com foco Gestão de Pessoas, Marketing Digital, Reprogramação de Hábitos, Gerenciamento de Crise, Maximizar Resultados e Otimizar processos, dentre outras práticas pertinentes ao universo corporativo. Produtor de eventos com foco em Marketing e Empreendedorismo e Marketing Social. Atuação em grandes emissoras de TV locais, e nacionais, como Produtor Executivo, Redator, locutor, Repórter e Apresentador; Editor-Chefe e Diretor de Programas Ao Vivo. Concepção de programação para WebTV. No segmento impresso, atuou como repórter e jornalista. É professor do IBDEC desde de 2018, na área de Marketing Digital.</p>
<p>O <strong><a href="https://adrus.com.br/">Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Educação Corporativa (IBDEC)</a></strong> é uma escola de cursos livres fundada em 2006 e que já formou mais de 17 mil alunos. Acreditamos que a Educação é a melhor ferramenta para garantir o pleno desenvolvimento dos indivíduos e instituições.</p>
<p>Através de projetos e cursos diferenciados, nossa escola permite ao aluno vivenciar nas aulas aquilo que fará em sua atividade profissional, através de exercícios práticos, dinâmicos e reais. Contamos com material didático próprio elaborado e revisado por profissionais experientes, com sólida formação acadêmica e conhecimento de mercado, proporcionando aos nossos alunos o contato com o que existe de mais atual e real em sua área.</p>
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		<title>Trabalhando ao lado do cliente potencial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2020 13:51:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Grandes corporações (e as pequenas sonham em fazer o mesmo) gastam fortunas em campanhas de Marketing, utilizando mídias digitais e...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Grandes corporações (e as pequenas sonham em fazer o mesmo) gastam fortunas em campanhas de Marketing, utilizando mídias digitais e analógicas, ações nos pontos de venda e, no entanto, muitas vezes esquecem de usar o Endomarketing como ferramenta estratégica.</p>
<p>Para algumas empresas Endomarketing é apenas o marketing interno, como se ele não precisasse de diretrizes e estratégicas, para não se transformar em um tremendo fiasco entre os colaboradores.</p>
<p>Endomarketing como ferramenta de produtividade e perfomance, deve ser entendido como um conjunto de ações internas de uma empresa dirigidas aos colaboradores, investidores, clientes e fornecedores.</p>
<p>Assim, nunca é demais lembrar que para atrair os melhores e mais qualificados profissionais do mercado e, mantê-los motivados é preciso saber cativar, ainda no processo de seleção, com propostas que encantem e façam sentido para os planos de desenvolvimento de cada um.</p>
<h3>Com que camisa você vai trabalhar?</h3>
<p>Em momentos importantes para as empresas, como lançamentos de produto, expansão de vendas e, até principalmente durante as crises, é comum os líderes pedirem para o time &#8220;vestir a camisa&#8221;.</p>
<p>E, será que o isso funciona? Será que o líder nunca se perguntou &#8220;Porque os colaboradores ainda não vestiram a camisa?&#8221;</p>
<p>No século passado, ter um &#8220;emprego seguro, que a pessoa começasse e fosse subindo na carreira&#8221;, era o sonho de todo trabalhador, não importando de qual profissão ou cargo fosse.</p>
<p>No final do século XX, as relações trabalhistas começaram a mudar e, com elas, as necessidades e exigências dos colaboradores também mudaram.</p>
<h3>O fim da era dos agrados simbólicos</h3>
<p>O que antes era um sentimento de honra trabalhar na empresa Y ou Z, ganhar uma linda placa gravada aos 25 anos de trabalho e uma linda caneta tinteiro quando ocorresse a aposentadoria, mudou drasticamente.</p>
<p>Os novos candidatos a uma vaga e, também, os colaboradores da empresa X, querem muito mais para entrar e ficar na empresa. Eles querem fazer parte de um processo que garanta um produto que atenda às necessidades de clientes, como eles mesmos.</p>
<p>Assim, mais do que o primeiro vendedor, o colaborador da empresa é o seu consumidor mais exigente. É ele quem vai indicar os produtos e também a empresa para seus amigos, familiares e network.</p>
<h3>Endomarketing e os resultados tangíveis</h3>
<p>Por essas e outras razões, o Endomarketing deve ser trabalhado por uma equipe multidisciplinar, que reúna RH, Marketing e diretoria.</p>
<p>Atuando em conjunto, esses três pilares devem buscar a conexão com os colaboradores da empresa, atuando no dia a dia, para que alcancem os resultados esperados pela companhia: motivação, redução do turnover, fortalecimento do employer branding, cumprimento das metas e, acredite, aumento das vendas de produtos ou serviços da empresa.</p>
<p>O leitor já deve ter percebido que o Endomarketing como ferramenta de produtividade pode ser medido e quantificado de diferentes formas, seja por meio da Pesquisa de Satisfação , menor rotatividade de colaboradores, maior retenção de talentos e, até das vendas, dependendo da ação proposta pela empresa.</p>
<h3>Implementando ações de Endomarketing</h3>
<p>Os benefícios são muitos, isso é indiscutível, mas, para implementar o Endomarketing, a empresa deve ter os objetivos definidos e, pensar em ações que possibilitem alcançá-lo, sendo possível ajustar, conforme a necessidade e os acontecimentos.</p>
<p>Alguns passos são necessários para a implementação das ações, entre as principais estão:</p>
<p>&#8211; Realização de palestras e eventos motivacionais -São eventos importantes para auxiliar no crescimento pessoal e para o aumento da motivação dos colaboradores. A contratação de especialistas para as palestras resultará em maior desenvolvimento e educação, demonstrando a preocupação da empresa com o desenvolvimento dos colaboradores.</p>
<p>&#8211; Melhorar a comunicação interna &#8211; Para existir diálogo, este precisa ser de mão dupla. O jornal interno é uma poderosa ferramenta estratégica, que aproxima os colaboradores com a organização, fortalecendo a imagem, valorizando o dia a dia dos participantes, reduzindo os boatos e fake news e motivando a divulgação das boas práticas.</p>
<p>Também podem ser usados e-mails de notícias internas (e-news), quadro de aviso, telefone via direta &#8211; onde o colaborador pode fazer reclamações, queixas e sugestões.</p>
<p>&#8211; Envolvimento social &#8211; Trabalho voluntário em associações beneficentes é uma forma de integrar colaboradores de todos os níveis. Esta ação possibilita que os colaboradores sintam sua importância não apenas no ambiente de trabalho, mas, a gratificante sensação de fazer a diferença na vida de outras pessoas.</p>
<p>Muitas outras ações podem ser implementadas e estas vão depender da cultura da empresa, da criatividade do grupo responsável e do feedback dos colaboradores. Não existe fórmula de sucesso pronta, cada empresa vai desenvolver a sua receita.</p>
<p>Por isso, não vale a pena improvisar ou querer aplicar aquela que &#8220;deu super certo&#8221; em outra empresa. Na dúvida, é melhor pesquisar e contratar um especialista em Endomarketing: os colaboradores agradecem e retribuem!</p>
<p><em>Texto  escrito por <a href="https://www.linkedin.com/in/bettoalves/">Betto Alves</a></em></p>
<p>É jornalista, publicitário, especialista em Marketing Digital. Experiência em gestão e consultoria de projetos de comunicação offline e digital. Atua como professor na Esamc Campinas, nos cursos de graduação e MBA da instituição, nos eixos de negócios, comunicação e audiovisual. Especialista em desenvolvimento de treinamentos presenciais e em plataformas EAD. Ministrou palestras motivacionais para líderes e colaboradores em várias empresas, com foco Gestão de Pessoas, Marketing Digital, Reprogramação de Hábitos, Gerenciamento de Crise, Maximizar Resultados e Otimizar processos, dentre outras práticas pertinentes ao universo corporativo. Produtor de eventos com foco em Marketing e Empreendedorismo e Marketing Social. Atuação em grandes emissoras de TV locais, e nacionais, como Produtor Executivo, Redator, locutor, Repórter e Apresentador; Editor-Chefe e Diretor de Programas Ao Vivo. Concepção de programação para WebTV. No segmento impresso, atuou como repórter e jornalista. É professor do IBDEC desde de 2018, na área de Marketing Digital.</p>
<p><em>O Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Educação Corporativa (IBDEC) é uma escola de cursos livres fundada em 2006 e que já formou mais de 17 mil alunos. Acreditamos que a Educação é a melhor ferramenta para garantir o pleno desenvolvimento dos indivíduos e instituições.</em></p>
<p><em>Através de projetos e cursos diferenciados, nossa escola permite ao aluno vivenciar nas aulas aquilo que fará em sua atividade profissional, através de exercícios práticos, dinâmicos e reais. Contamos com material didático próprio elaborado e revisado por profissionais experientes, com sólida formação acadêmica e conhecimento de mercado, proporcionando aos nossos alunos o contato com o que existe de mais atual e real em sua área.</em></p>
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		<title>A vida começa quando você sai da cabana</title>
		<link>https://adrus.com.br/geral/sindrome-da-cabana</link>
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		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2020 12:11:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É inacreditável a capacidade de adaptação do ser humano. Há poucos meses todos estávamos assustados por sermos obrigados a fazer...</p>
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<div class="reader-article-content" dir="ltr">
<p>É inacreditável a capacidade de adaptação do ser humano. Há poucos meses todos estávamos assustados por sermos obrigados a fazer o distanciamento social, agora com a flexibilização começando, os novos comentários são sobre a Síndrome da Cabana.</p>
<p>Para quem ainda não ouviu a respeito, os psicólogos afirmam que é um comportamento normal quando se é obrigado a distanciar-se da realidade por um longo período, ou seja, a pessoa refuta ou tem medo de sair de sua casa que, para ela, neste momento, representa a segurança.</p>
<h3><strong>Aqui nesta cabana está muito confortável</strong></h3>
<p>Esse sentimento de angústia ao precisar sair de casa, decorre do sensação de segurança gerada pelo isolamento, enquanto &#8220;lá fora&#8221; a pandemia foi se agravando.</p>
<p>Esse comportamento, que é chamado de Síndrome da Cabana (<em>Cabin Fever</em>), foi relatado nos anos 1900, durante a corrida do ouro, nos estados do norte dos Estados Unidos, onde os mineiros e garimpeiros ficavam isolados por mais de três meses, durante o rígido inverno daquela região.</p>
<p>Para quem não imagina ou quer ter uma ideia de como é ficar isolado pela neve, como os garimpeiros, indico o filme &#8220;O iluminado&#8221; (1980), uma obra-prima de Stanley Kubrick, com interpretação magistral de Jack Nickolson.</p>
<p>A Sociedade Italiana de Psiquiatria, estimou que mais de um milhão de italianos sofreram transtornos em razão da Síndrome da Cabana, por aqui, ainda não temos estudos abordando esse tema.</p>
<h3> <strong>A nova mudança de vida</strong></h3>
<p>Passados os momentos mais críticos, é hora de sair e retomar a vida e, para muitos isso significa outra mudança de vida, pois, com o isolamento já se transformou em seu &#8220;normal diário&#8221;.</p>
<p>E, como sabemos, mudar sempre assusta, ainda mais, quando temos um ambiente aparentemente inseguro e a vacina salvadora ainda está em desenvolvimento.</p>
<h3><strong>A limitada zona de conforto</strong></h3>
<p>Lendo os relatos sobre a Síndrome da Cabana, me ocorreu a ideia de fazer uma analogia com a famosa &#8220;zona de conforto&#8221;, aquele lugar aconchegante de nosso comportamento, onde tudo está em seu perfeito lugar.</p>
<p>A pessoa quando chega e estaciona em uma zona de conforto desfruta sempre de bons resultados, obviamente, fazendo sempre do mesmo jeito as mesmas coisas e, com isso, tranquiliza-se na falsa sensação de segurança e de competência.</p>
<p>Muitas vezes, esses resultados não são tão bons, mas, ela se acostumou com a situação, como aquela famosa frase popular: &#8220;Tá ruim, mas, tá bom!&#8221;.</p>
<p>E, sem perceber que não está evoluindo, nem profissional e nem pessoalmente, ela se deixa envolver pela falta de motivação, irritação por qualquer motivo, críticas exageradas para si e para os outros, desculpas e justificativas infindáveis.</p>
<p>O resultado disso é a estagnação da vida profissional e pessoal. É quando começam (ou deveriam começar) aquelas perguntas clássicas: O que estou fazendo aqui? Será que esse trabalho é relevante? Será que estou conectado a esse trabalho ainda?</p>
<h3><strong>É hora de entrar no &#8220;modo Ação&#8221;</strong></h3>
<p>A primeira coisa a fazer quando percebe que a sua vida &#8220;é uma jangada solta na calmaria do mar&#8221; é <strong>reconhecer os seus limites</strong>.</p>
<p>Sim, não dá pra sair de sua zona de conforto e lutar contra todas as barreiras que possam surgir com a mudança. Você terá que aprender a entender e aceitar as dificuldades e encontrar uma solução racional para elas.</p>
<p>Entrar no &#8220;modo Ação&#8221; não é sair fazendo tudo ao mesmo tempo e de qualquer forma, pelo contrário, é preciso ter foco e para caminhar é imprescindível saber para onde vai e quais são as melhores rotas. Ou seja, ter objetivos para focar neles e agir para alcançá-los.</p>
<p>O nosso momento é o agora e a busca do autoconhecimento é o nosso passaporte para o futuro, seja do âmbito profissional ou pessoal. Sem que déssemos conta, entramos para a História deste século por causa de uma pandemia, agora é o momento de sairmos da cabana para viver e escrever nossas próprios histórias.</p>
<p><em>Texto  escrito por <a href="https://www.linkedin.com/in/bettoalves/">Betto Alves</a></em></p>
<p>É jornalista, publicitário, especialista em Marketing Digital. Experiência em gestão e consultoria de projetos de comunicação offline e digital. Atua como professor na Esamc Campinas, nos cursos de graduação e MBA da instituição, nos eixos de negócios, comunicação e audiovisual. Especialista em desenvolvimento de treinamentos presenciais e em plataformas EAD. Ministrou palestras motivacionais para líderes e colaboradores em várias empresas, com foco Gestão de Pessoas, Marketing Digital, Reprogramação de Hábitos, Gerenciamento de Crise, Maximizar Resultados e Otimizar processos, dentre outras práticas pertinentes ao universo corporativo. Produtor de eventos com foco em Marketing e Empreendedorismo e Marketing Social. Atuação em grandes emissoras de TV locais, e nacionais, como Produtor Executivo, Redator, locutor, Repórter e Apresentador; Editor-Chefe e Diretor de Programas Ao Vivo. Concepção de programação para WebTV. No segmento impresso, atuou como repórter e jornalista. É professor do IBDEC desde de 2018, na área de Marketing Digital.</p>
<p><em>O Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Educação Corporativa (IBDEC) é uma escola de cursos livres fundada em 2006 e que já formou mais de 17 mil alunos. Acreditamos que a Educação é a melhor ferramenta para garantir o pleno desenvolvimento dos indivíduos e instituições.</em></p>
<p><em>Através de projetos e cursos diferenciados, nossa escola permite ao aluno vivenciar nas aulas aquilo que fará em sua atividade profissional, através de exercícios práticos, dinâmicos e reais. Contamos com material didático próprio elaborado e revisado por profissionais experientes, com sólida formação acadêmica e conhecimento de mercado, proporcionando aos nossos alunos o contato com o que existe de mais atual e real em sua área.</em></p>
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</div>
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		<title>A inteligência emocional fazendo conexões</title>
		<link>https://adrus.com.br/geral/inteligencia-emocional-3</link>
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		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2020 12:23:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Popularizada na década de 1980, a inteligência emocional tomou conta dos temas ligados à liderança, coaching, RH, chegando ao dia...</p>
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<p>Popularizada na década de 1980, a inteligência emocional tomou conta dos temas ligados à liderança, coaching, RH, chegando ao dia a dia das pessoas, nos relacionamentos, clubes sociais, igrejas e grupos de amigos.</p>
<p>Foi <a href="http://www.danielgoleman.info/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Daniel Goleman,</a> doutorado em Psicologia pela Universidade de Harvard, que depois de 12 anos à frente da editoria de Ciência do The New York Times, escrevendo sobre comportamento humano, resolveu escrever algo diferente, criou o <em>best-seller</em> Inteligência Emocional e passou a fazer palestras em todo o mundo.</p>
<p>Hoje, quando boa parte dos temas gera uma grande polarização e, boa parte exige que a sua opinião e comportamento sejam aprovados, principalmente nas redes sociais, entender a inteligência emocional, passou a ser estratégico para o dia a dia.</p>
<h3><strong>O QE X QI</strong></h3>
<p>Criado em 1912, pelo psicólogo alemão Wilhelm Stern (1871-1938), termo quociente de inteligência &#8211; “QI”, é usado para representar o nível mental das pessoas. Para apoiar sua tese criou ainda os termos &#8220;idade cronológica&#8221; e &#8220;idade mental&#8221;.</p>
<p>Quem frequentou os bancos escolares no primeiros 80 anos do século XX, certamente passou pelo teste de QI. Muitas crianças, em todo o mundo, foram rotuladas de gênios ou limitadas intelectualmente, com base nesse método.</p>
<p>Goleman, mexeu em todos esses conceitos quando afirmou em seu livro que o QI (quociente intelectual) representa apenas 20% das aptidões necessárias para se tornar uma pessoa bem sucedida e que os outros <strong>80% vêm do QE</strong> &#8211; quociente emocional, que reúne diferentes fatores.</p>
<h3><strong>As bases da IE</strong></h3>
<p>O autor apontou também que a Inteligência Emocional está apoiada em quatro pilares, que são:</p>
<ul>
<li>autoconhecimento</li>
<li>gestão das emoções</li>
<li>empatia</li>
<li>sociabilidade.</li>
</ul>
<p>São pilares que se complementam e são indissociáveis. Sem autoconhecimento não é possível entender e equilibrar emoções e tampouco ser empático e sociável, principalmente em momentos críticos, onde a inteligência emocional é sempre necessária.</p>
<h3><strong>É tempo de administrar as emoções</strong></h3>
<p>Três décadas depois do lançamento do <em>best-seller</em>, a inteligência emocional continua sendo muito importante para os relacionamentos profissionais e pessoais.</p>
<p>Pesquisa da consultoria internacional <a href="https://www.talentsmart.com/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">TalentSmart</a> aponta que 90% dos casos de demissão e 58% do desempenho de qualquer profissional estão relacionados a IE.</p>
<p>Controlar as emoções em situações críticas, entender as reações alheias durante esses momentos e, desta forma, conseguir tomar a melhor decisão são desafios constantes para líderes de equipes, mas também, para qualquer pessoa que esteja em convívio social, como mães, pais, avós, irmãos e filhos.</p>
<p>Sabemos que só é possível controlar aquilo que conhecemos, assim, com o auxílio dos 4 pilares, líderes e colaboradores podem aprender a gerenciar suas próprias emoções.</p>
<p>E esse lidar com as emoções está ligado diretamente àquelas que nos deixam estressados ou incapacitados, momentaneamente, de tomar uma decisão racional. Devemos ter em mente que são as emoções e as formas de senti-las que tornam nossa vida mais rica e desafiadora.</p>
<p>Deixo uma frase de Daniel Goleman para reflexão do leitor:</p>
<blockquote><p><strong><em> &#8220;As pessoas com altos níveis de esperança têm certos traços comuns, entre eles o poder de se auto motivar, e sentir-se com recursos suficientes para encontrar meios de atingir os seus objetivos, ter flexibilidade bastante para encontrar meios diferentes de chegar às metas, e ter o senso de decompor uma tarefa formidável em outras menores, mais manejáveis.&#8221;</em></strong></p></blockquote>
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<p><em>Texto  escrito por <a href="https://www.linkedin.com/in/bettoalves/">Betto Alves</a></em></p>
<p>É jornalista, publicitário, especialista em Marketing Digital. Experiência em gestão e consultoria de projetos de comunicação offline e digital. Atua como professor na Esamc Campinas, nos cursos de graduação e MBA da instituição, nos eixos de negócios, comunicação e audiovisual. Especialista em desenvolvimento de treinamentos presenciais e em plataformas EAD. Ministrou palestras motivacionais para líderes e colaboradores em várias empresas, com foco Gestão de Pessoas, Marketing Digital, Reprogramação de Hábitos, Gerenciamento de Crise, Maximizar Resultados e Otimizar processos, dentre outras práticas pertinentes ao universo corporativo. Produtor de eventos com foco em Marketing e Empreendedorismo e Marketing Social. Atuação em grandes emissoras de TV locais, e nacionais, como Produtor Executivo, Redator, locutor, Repórter e Apresentador; Editor-Chefe e Diretor de Programas Ao Vivo. Concepção de programação para WebTV. No segmento impresso, atuou como repórter e jornalista. É professor do IBDEC desde de 2018, na área de Marketing Digital.</p>
<p><em>O Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Educação Corporativa (IBDEC) é uma escola de cursos livres fundada em 2006 e que já formou mais de 17 mil alunos. Acreditamos que a Educação é a melhor ferramenta para garantir o pleno desenvolvimento dos indivíduos e instituições.</em></p>
<p><em>Através de projetos e cursos diferenciados, nossa escola permite ao aluno vivenciar nas aulas aquilo que fará em sua atividade profissional, através de exercícios práticos, dinâmicos e reais. Contamos com material didático próprio elaborado e revisado por profissionais experientes, com sólida formação acadêmica e conhecimento de mercado, proporcionando aos nossos alunos o contato com o que existe de mais atual e real em sua área.</em></p>
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