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	<title>Arquivo de contribuição - ADRUS Cursos</title>
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	<description>Educação Executiva e Profissionalizante</description>
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		<title>Tipos de tributos: veja quais são e a diferença entre eles</title>
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		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2020 13:40:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[contribuição]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Constantemente pagamos tributos, muito embora não tomemos conhecimento disso, pois os tributos estão distribuídos no Sistema Tributário Nacional de formas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Constantemente pagamos tributos, muito embora não tomemos conhecimento disso, pois os tributos estão distribuídos no Sistema Tributário Nacional de formas diferentes.</p>
<p><strong>O que são tributos?</strong><br />
Em linhas gerais, os <b>tributos são</b> pagamentos obrigatórios, previstos em lei.<br />
Os “tipos” de tributos que temos no Sistema Tributário Nacional são:</p>
<p><strong>&#8211; Impostos:</strong> que são valores pagos ao Estado não vinculados qualquer contraprestação direta, ou seja, não tem destinação a obras ou serviços sobre os quais o pagante posso usufruir e sim para custear as atividades administrativas do estado. Exemplos: ICMS, ISS e IPI.</p>
<p><strong>&#8211; Taxas: </strong>diferente dos impostos, as taxas quando pagas exigem a contraprestação de serviços públicos ou que sejam postos à disposição do pagante, ou seja, quantia paga em troca de um serviço público fundamental ou para o Estado exercer o poder de polícia. Exemplos: Taxa de Coleta de Lixo, Taxa de Fiscalização do Comércio e Taxa de Iluminação Pública.</p>
<p><strong>&#8211; Contribuição de Melhoria:</strong> é cobrado pelo Estado para custear obra pública a qual decorra valorização imobiliária. Exemplos: pavimentação e calçamento.</p>
<p><strong>&#8211; Contribuição Especial:</strong> são contribuições cobradas pelo Estado para custear atividades sociais, intervenção de domínio econômico e de interesse de categorias econômicas e profissionais. Exemplos: CIDE Combustíveis, contribuição previdenciária.</p>
<p><strong>&#8211; Empréstimos Compulsórios:</strong> valor cobrado pelo Estado (União), nos casos de calamidade pública, guerra externa ou sua iminência, ou ainda, para investimento público de caráter urgente e de relevante interesse social.</p>
<p><strong>E mais uma observação!!!</strong><br />
Taxa e Tarifa são coisas diferentes.</p>
<p><strong>&#8211; Taxa:</strong> é o que falamos acima &#8211; quando pagas exigem a contraprestação de serviços públicos.<br />
Exemplos: Taxa de Coleta de Lixo, Taxa de Emissão do RG</p>
<p>&#8211; <strong>Tarifa</strong>:  é uma cobrança facultativa, em decorrência da utilização de um serviço. Ou seja, eu posso escolher usar ou não, e quando uso eu pago. Exemplo: ônibus circular, tarifa bancária.</p>
<p>Pagamos tributos em quase tudo não é mesmo!<br />
E se você tem dúvidas na área fiscal vem particular com a gente dos nossos cursos da área Fiscal, temos desde nível iniciante até avançado!<a href="https://adrus.com.br/cursos/livres"> Conheça nossos cursos </a></p>
<p><em><strong>Texto  escrito por</strong> <a href="https://adrus.com.br/equipe">Professor Daniel Silva Nunes</a></em><br />
Advogado, doutorando em ciências jurídicas, formado pelo Instituto Superior de Ciências Aplicadas ISCA Faculdades de Limeira, é também Contador graduado em Ciências Contábeis pela Faculdade COC. Formado em Técnico contábil pelo EEPSG MELLO MORAES mais de 20 anos. Possui pós-graduação em Direito Tributário e em Direito Previdenciário pelo Instituto Luiz Flavio Gomes, e pós-graduação em Direito do Trabalho e Processual Trabalhista pela Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP). Além disso, também é pós-graduado em Ciências Penais pela Instituição Luis Flávio Gomes LFG. Atuou como docente do Estado no Colégio Técnico ETEC Paula Souza e outras escolas, em cursos de Gestão Empresarial e Direito Tributário, Contabilidade e Sistema Financeiro, além de ministrar aulas em cursos para Concursos Públicos. Proprietário do escritório de Contabilidade e Advocacia Silva Nunes na cidade de Piracicaba. É professor do IBDEC desde de 2008, nas áreas Contábil e Controladoria, Fiscal, Direito Tributário e Departamento Pessoal.</p>
<p><strong>O Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Educação Corporativa (IBDEC)</strong> é uma escola de cursos livres fundada em 2006 e que já formou mais de 17 mil alunos. Acreditamos que a Educação é a melhor ferramenta para garantir o pleno desenvolvimento dos indivíduos e instituições.</p>
<p>Através de projetos e cursos diferenciados, nossa escola permite ao aluno vivenciar nas aulas aquilo que fará em sua atividade profissional, através de exercícios práticos, dinâmicos e reais. Contamos com material didático próprio elaborado e revisado por profissionais experientes, com sólida formação acadêmica e conhecimento de mercado, proporcionando aos nossos alunos o contato com o que existe de mais atual e real em sua área.</p>
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		<title>Número de acordos em convenções coletivas têm queda de 45% após reforma trabalhista.</title>
		<link>https://adrus.com.br/geral/convencoes-coletivas-tem-queda</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adm_agt_]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Aug 2018 15:46:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Acordos]]></category>
		<category><![CDATA[coletivas]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No primeiro semestre de 2018, a quantidade de convenções coletivas fechadas recuou 45,2%, na comparação com o mesmo período do...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">No primeiro semestre de 2018, a quantidade de convenções coletivas fechadas recuou 45,2%, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo um levantamento feito pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). No mesmo período, o total de acordos coletivos caiu 34%. Na média, a redução foi de 39,6%.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">A convenção precisa ser aprovada pelos sindicatos dos trabalhadores e dos patrões para ter validade. O acordo coletivo pode envolver apenas o sindicato e uma empresa.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Uma pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que na mesa de negociação também estão sendo discutidos pontos que sofreram alterações com a <a href="https://adrus.com.br/2014/course/reforma-trabalhista">reforma trabalhista</a>: revisão do intervalo intrajornada; contribuição sindical; homologação da demissão dentro do sindicato, obrigatoriedade que foi derrubada e que seria também fonte de financiamento sindical; banco de horas; e permanência da gestante em ambiente insalubre.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">O pesquisador da Fipe e responsável pelo levantamento, Helio Zylberstajn, afirma que entre os principais entraves às negociações trabalhistas estão a negociação salarial e até a contribuição sindical anual.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">— Os trabalhadores resistem em aceitar percentuais mais baixos de correção salarial, baseados na inflação que, no ano passado, não passou de 2%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Além disso, os sindicatos dos trabalhadores propõe a incorporação, via convenção coletiva, de novas contribuições sindicais, como forma de financiamento. As empresas resistem — diz Hélio Zylberstajn, professor de Economia da USP e coordenador do Salariômetro da Fipe.</span><br />
<b>Contribuição sindical gera impasses</b><br />
<span style="font-weight: 400;">Para especialistas, o principal entrave à concretização das negociações até agora tem sido a interpretação dos sindicatos dos trabalhadores sobre a possibilidade de cobrar a contribuição sindical anual. Antes da<a href="https://adrus.com.br/2014/course/reforma-trabalhista"> reforma</a>, era um desconto obrigatório que equivalia a um dia de trabalho. No entanto, em junho deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou a tese de obrigatoriedade da cobrança.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">— Os sindicatos estão tentando incorporar formas de financiamento via convenção coletiva. Os impasses estão reduzindo o número de acordos fechados. Tenho a impressão de que vai começar a voltar ao normal aos poucos, e o Judiciário vai se posicionar sobre várias questões — disse Decio Daidone, advogado trabalhista e professor do CEU Law School.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">O segundo semestre é marcado por negociações de categorias importantes, como bancários, metalúrgicos e químicos, com impacto para milhares de trabalhadores. No mesmo período do ano passado, a situação já estava mais encaminhada — disse Alexsandra Nogueira, presidente da entidade.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">O que há de novo nas negociações é a tentativa dos empresários de readequar as convenções coletivas em aspectos em que julgam que a <a href="https://adrus.com.br/2014/course/reforma-trabalhista">reforma</a> é mais vantajosa para eles. Já os sindicatos avaliam que esses pontos precarizam as relações de trabalho e devem ser mantidos inalterados na convenção coletiva.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">A consequência é a redução do número de acordos e de convenções porque as negociações estão muito mais difíceis. O tempo está sendo muito mais longo, em um quadro de desemprego alto e enfraquecimento dos sindicatos.</span><br />
<b>Fonte: Site Contábil</b></p>
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