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	<title>Arquivo de motivo - ADRUS Cursos</title>
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	<description>Educação Executiva e Profissionalizante</description>
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		<title>Uma questão de escolha</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jul 2018 14:19:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“A vida lhe dá o que você merece, não o que você precisa. Não é “Precise e colherás”; mas sim...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">“A vida lhe dá o que você merece, não o que você precisa. Não é “Precise e colherás”; mas sim “Plante e colherás’. Se você realmente precisa colher, então realmente precisa plantar.” Jim Rohn</span><br />
<span style="font-weight: 400;">O meu hoje é reflexo de ontem e será o motivo do meu amanhã. É uma questão de hábito ou simplesmente costume olharmos com a arrependimento das coisas que não deram certo e com orgulho aquelas que julgamos ter sido certeiras. Mas o que realmente julgamos está correto?</span><br />
<span style="font-weight: 400;">“Ele era uma pessoa simples que morava num povoado distante e sem muitos recursos. Prestava seus serviços para um senhor de posses da região. Porém, esse senhor com a ideia de inovar pediu que além dos serviços ele precisaria fazer algumas listas para ajudar na organização de seus afazeres. Mas sua formação era simples e mal sabia escrever seu nome. Não sendo mais tão útil logo o senhor o substituiu por um menino que já desenvolvia as habilidades da escrita. Percebeu então que mal sabia fazer outra coisa.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Chegando em sua simples moradia, cabisbaixo, imaginou ser sua ruína. Pensou em aproveitar o tempo livre para consertar alguns móveis de sua casa. Seu pensamento foi além, arrumar móveis poderia ser uma boa ocupação até conseguir uma nova ocupação. Decidiu então usar o pouco dinheiro recebido para comprar uma caixa de ferramentas completa. Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo realizar a compra. E assim o fez.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">– Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">– Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar, já que…</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">– Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">– Se é assim, está bem.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">– Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">– Não, eu preciso dele para trabalhar. Além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias de viagem, de mula.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">– Façamos um trato – disse o vizinho. Eu pagarei os dias de ida e volta, mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias. Aceitou.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Voltou a montar na sua mula e viajou. No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">– Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo. Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras. Que lhe parece?</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Ele abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: ‘não disponho de tempo para viajar para fazer compras’. A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam encomendas. Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes. Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado. Depois de um tempo, já não viajava mais, os fabricantes lhe enviavam os produtos. As pessoas dos povoados vizinhos passaram a preferir comprar na sua loja de ferragens a ter de gastar dias em viagens. Se tornou próspero, adquirindo terras e construindo seu próprio império. Sem mesmo saber ler. Certo dia, enquanto contava sua história de vida aos seus netos, percebeu o quanto a situação de não saber escrever lhe tirou da zona de conforto. Foi ela que o impulsionou a vencer! Ele não teria construído tudo aquilo se aquele senhor não o tivesse dispensado pelo simples fato de não saber escrever! O que deveria ser sua ruína se transformou em seu maior sucesso”</span><br />
&nbsp;<br />
<em><span style="font-weight: 400;">Escrito por Melissa Cristina Ponciano</span></em><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
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