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	<title>Arquivo de inovação - ADRUS Cursos</title>
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	<description>Educação Executiva e Profissionalizante</description>
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		<title>A inovação disruptiva, as pessoas e suas controvérsias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2021 11:28:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há algum tempo a inovação disruptiva soa como um mantra para pequenos empreendimentos, startups, e até líderes de grandes organizações...</p>
<p>O post <a href="https://adrus.com.br/geral/a-inovacao-disruptiva-as-pessoas-e-suas-controversias">A inovação disruptiva, as pessoas e suas controvérsias</a> apareceu primeiro em <a href="https://adrus.com.br">ADRUS Cursos</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo a inovação disruptiva soa como um mantra para pequenos empreendimentos, startups, e até líderes de grandes organizações estão de olho e querendo encontrar formas de aplicá-la.</p>
<p>No artigo anterior, &#8220;Inovar, criar ou inventar?&#8221;, citei rapidamente os quatro parâmetros da inovação: radical, incremental, substancial e disruptiva.</p>
<p>Naquele artigo eu alertava que não adianta uma empresa se imaginar ou &#8220;se achar&#8221; inovadora e disruptiva. É preciso que em quotidiano esteja vigorando uma política de gestão de pessoas robusta e que promova a comunicação efetiva entre líderes e colaboradores e, destes com seu mercado de atuação.</p>
<p>E, neste artigo vamos falar (propositalmente) do último parâmetro, que é a inovação disruptiva, pois, é a que está mais evidência no momento e também, a que mais corre risco de interpretações enviesadas, controversas e equivocadas.</p>
<h3>Afinal, que disrupção é essa?</h3>
<p>Na década de 1990, o professor da Harvad Business School, Clayton Cristensen, apresentou um conceito de inovação que revolucionou o modo de pensar os negócios.</p>
<p>Na concepção de Cristensen, é possível criar um processo pelo qual uma empresa de menor porte e com menos recursos financeiros seja capaz de desafiar com sucesso as empresas maiores e já estabelecidas.</p>
<p>E, seguia com o seguinte raciocínio: as grandes empresas se concentram em melhorar seus produtos e serviços para seus clientes mais exigentes e lucrativos, atendendo-os com excelência, porém, ao mesmo tempo, ignoram as necessidades de outros segmentos ou consumidores. É onde entra uma outra empresa, atendendo aos segmentos deixados, com melhor funcionalidade e com preços inferiores.</p>
<p>Por não afetar a rentabilidade, no primeiro momento, as empresas continuam atendendo os segmentos mais exigentes, nem se importar ou sem considerar as demais como concorrentes.</p>
<p>No entanto, os fatos mostram para o mercado que o impacto dessa inovação é avassalador, modificando, ou mesmo, criando comportamentos de consumo, em um caminho sem volta.</p>
<p>A razão disso é que grandes corporações, de forma geral, costumam implementar a inovação sustentável, ou seja, fazer uma atualização de serviços ou produtos já existentes para atender seus clientes ou segmento.</p>
<p>O que as leva a deixar completamente sem atendimento, os consumidores que buscam soluções de baixo custo e sem complicações.</p>
<h3>Os elementos da inovação disruptiva</h3>
<p>A inovação disruptiva possui três elementos básicos, e é realizada por meio de etapas, formando um processo que proporcionará o desenvolvimento e validação das ideias.</p>
<p>São eles:</p>
<p><strong>1. Acessibilidade</strong> &#8211; Uma ideia/solução precisa alcançar o maior número de pessoas no menor custo possíveis.</p>
<p>2 &#8211; Simplificação &#8211; Como sentenciou a dramaturga estadunidense Clare Boothe Luce (1903-1987) &#8211; e muita gente atribui a frase a Leonardo da Vinci: &#8220;A simplicidade é o último grau de sofisticação!&#8221;. O projeto precisa ser prático e simples de usar, facilitando acesso e o manuseio.</p>
<p>2. Conveniência &#8211; Problemas reais são resolvidos com soluções reais e acessíveis. O usuário quer facilitar a sua vida!</p>
<h3>Quem é e quem não é</h3>
<p>Por estar tão em evidência o termo &#8220;inovação disruptiva&#8221; há muita gente falando sobre o assunto.</p>
<p>Mas, o que se percebe é que muitos não leram um único livro sobre o tema, usando o termo em qualquer situação que pareça ser inovadora ou até para justificar projetos e consultorias que desejam fazer ou vender.</p>
<p>Existem aqueles também que acreditam que qualquer empresa de sucesso aplicou a inovação disruptiva. Atribuir disrupção a todos os casos pode gerar um comportamento em gestores e colaboradores que não condizem com a empresa.</p>
<p>O resultado disso é aquele famoso &#8220;discurso engajado&#8221; que não reflete as atitudes e cultura da empresa.</p>
<p>Algumas empresas mantém um &#8220;discurso modernoso&#8221; nas redes sociais e palestras, porém, no dia a dia não dão feedbacks, não existe clareza na estratégia, e muitas dessas ainda seguem a cartilha do coronelismo, aquele baseado na obediência pelo medo, ainda batem na tecla do &#8220;excesso de confidencialidade&#8221;, abrindo margem para insegurança, incertezas, falhas no engajamento e fofocas da &#8220;rádio corredor&#8221;.</p>
<p>Costumo dizer que &#8220;ser uma empresa inovadora vai muito além de ter puffs coloridos na sala, uma mesa de bilhar na área de convivência e empregar uma série de</p>
<p>metodologias com nomes em inglês. É preciso se garantir na base. Do contrário, a empresa ainda é retrógrada&#8221;.</p>
<p>E, entre os exemplos dessa inovação temos a Netflix, que entrou no setor de streaming quando as pessoas ainda alugavam DVD na Blockbuster (que foi a falência, em 2010) ou pensavam em TV a cabo. A empresa ofereceu entretenimento mais barato e &#8220;à la carte&#8221;, onde o espectador escolhe o quer e quando quer assistir.</p>
<p>Também podemos citar o Spotify e o AirBnb. Já o Apple e Uber não se encaixam exatamente nas definições de inovação disruptiva e, aqui, relembramos, não é porque alcançou sucesso que causou disrupção.</p>
<p>Para Rafael Rez, fundador da Web Estratégica e da Nova Escola de Marketing a &#8220;Inovação disruptiva é o tipo de coisa da qual é mais fácil falar do que fazer acontecer. Acabamos conhecendo os casos de sucesso, mas as inovações que fracassaram são inúmeras. Para cada AirBNB que deu certo, milhares de inovações foram descontinuadas&#8221;.</p>
<p>E alerta: &#8220;Não há receita de sucesso para a disrupção. Por mais que os carros da Tesla sejam bons, os sistemas de direção autônomos ainda geram muito medo na sociedade. Parte da inovação é também vencer as resistências culturais!&#8221;.</p>
<p>Inovação é um tema desafiador e apaixonante. Para dar um spoiler, no próximo artigo vamos unir inovação e empreendedorismo e refletir um pouco sobre as dores e desejos dos consumidores e como buscar solução para isto.</p>
<p><strong><em>Texto  escrito por <a href="https://www.linkedin.com/in/bettoalves/">Betto Alves</a></em></strong></p>
<p>É jornalista, publicitário, especialista em Marketing Digital. Experiência em gestão e consultoria de projetos de comunicação offline e digital. Atua como professor na Esamc Campinas, nos cursos de graduação e MBA da instituição, nos eixos de negócios, comunicação e audiovisual. Especialista em desenvolvimento de treinamentos presenciais e em plataformas EAD. Ministrou palestras motivacionais para líderes e colaboradores em várias empresas, com foco Gestão de Pessoas, Marketing Digital, Reprogramação de Hábitos, Gerenciamento de Crise, Maximizar Resultados e Otimizar processos, dentre outras práticas pertinentes ao universo corporativo. Produtor de eventos com foco em Marketing e Empreendedorismo e Marketing Social. Atuação em grandes emissoras de TV locais, e nacionais, como Produtor Executivo, Redator, locutor, Repórter e Apresentador; Editor-Chefe e Diretor de Programas Ao Vivo. Concepção de programação para WebTV. No segmento impresso, atuou como repórter e jornalista. É professor do IBDEC desde de 2018, na área de Marketing Digital.</p>
<p>O <strong><a href="https://adrus.com.br/">Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Educação Corporativa (IBDEC)</a></strong> é uma escola de cursos livres fundada em 2006 e que já formou mais de 17 mil alunos. Acreditamos que a Educação é a melhor ferramenta para garantir o pleno desenvolvimento dos indivíduos e instituições.</p>
<p>Através de projetos e cursos diferenciados, nossa escola permite ao aluno vivenciar nas aulas aquilo que fará em sua atividade profissional, através de exercícios práticos, dinâmicos e reais. Contamos com material didático próprio elaborado e revisado por profissionais experientes, com sólida formação acadêmica e conhecimento de mercado, proporcionando aos nossos alunos o contato com o que existe de mais atual e real em sua área.</p>
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		<title>Inovação e Criatividade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2021 14:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vamos inventar um produto ou serviço, que seja inovador e criativo, apresentá-lo ao mercado e aos investidores e, em pouco...</p>
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<div class="reader-article-content" dir="ltr">
<p>Vamos inventar um produto ou serviço, que seja inovador e criativo, apresentá-lo ao mercado e aos investidores e, em pouco tempo, estaremos valendo mais de Us$ 1 bilhão e na seleta categoria de unicórnio!</p>
<p>Acreditem se quiser, já ouvi em algumas rodas de conversas sobre empreendedorismo algumas ideias dessas.</p>
<p>As palavras inovação, criatividade e invenção acabaram tomando significados variados, eu diria que cada pessoa tem o seu conceito de cada uma dessas palavras e, invariavelmente, misturando uma com as outras.</p>
<h3>A Inovação</h3>
<p>Normalmente, quando falamos sobre inovação, as pessoas imaginam máquinas mirabolantes, cenários futuristas e vários outros estereótipos e, poucos refletem sobre o significado verdadeiro.</p>
<p>Inovar significa gerar valor para resolver ou atender a uma necessidade real de clientes, da sociedade ou mesmo dos colaboradores de uma empresa. Ou seja, não é preciso criar coisas novas &#8211; máquinas, equipamentos ou serviços.</p>
<p>Inovação pode ser implementada com processos que aumentem a produção ou rentabilidade , soluções de logísticas , produtos e até com a excelência na experiência do cliente.</p>
<p>É preciso cuidado para não confundir inovação com melhorias, estas últimas, não geram valor ou vantagens competitivas e seus impactos não são significativos em médio e longo prazo.</p>
<p>A inovação pode ser classificada em quatro parâmetros: radical, incremental, substancial e disruptiva. Nos próximos artigos, vamos ver o que significa cada um desses parâmetros com mais detalhes.</p>
<h3>Os pilares da inovação</h3>
<p>Uma empresa focada em implementar uma cultura de inovação deverá estar atenta a quatro pilares básicos, que são</p>
<p><strong>Pessoas</strong> &#8211; Sempre elas! A experiência e conhecimento prévios de cada colaborador, servirá para desenvolver e sustentar a inovação.</p>
<p><strong>Processos</strong> &#8211; Cada etapa das atividades realizadas, as métricas utilizadas, procedimentos e metas são fundamentais neste processo.</p>
<p><strong>Tecnologia</strong> &#8211; Máquinas, equipamentos, softwares e soluções digitais</p>
<p><strong>Modelo organizacional</strong> &#8211; O comprometimento de empreendedores, acionistas, gestores, colaboradores, enfim, de todos os stakeholders para a efetivação de um governança responsável e humanizada.</p>
<h3>A criatividade</h3>
<p>Até aqui já entendemos que inovar nada tem a ver com inventar, que é criar algo novo, que nunca existiu.</p>
<p>Agora vamos falar da criatividade, que também pode assumir vários significados, do tipo &#8220;depende para quem você pergunta&#8221;.</p>
<p>A verdade é que criatividade tem um significado bastante subjetivo. Em nosso contexto, podemos entender que é o despertar do potencial para conceber/gerar novas ideias.</p>
<p>Pode-se dizer que uma equipe criativa está pronta para inovar. Porém, para que isso ocorra e, realmente, gere valor para a empresa ou sociedade, é preciso que exista uma cultura de inovação implantada.</p>
<p>E, o mais importante a destacar é que a criatividade pode (e deve) ser exercitada. Como um condicionamento físico, treinando de forma correta e contínua, o corpo vai ficando cada vez mais saudável.</p>
<p>Um dos grandes fantasmas é o bloqueio criativo, aquele período de dificuldades para &#8220;achar a inspiração&#8221;, seja para iniciar ou finalizar um projeto, pessoal ou profissional.</p>
<p>E, não pense que apenas publicitários, jornalistas ou artistas têm esse bloqueio. Ele pode surgir em qualquer profissão, por isso a necessidade de praticar criatividade.</p>
<p>Uma equipe pode &#8220;fazer academia criativa&#8221; para destravar as ideias e encontrar soluções.</p>
<p><strong>Para isso, alguns exercícios podem ser realizados, por exemplo:</strong></p>
<p>&#8211; Quadro ou bloco de ideias &#8211; anotar as ideias quando elas surgem. Do tipo &#8220;uma hora vai servir&#8221;. O grande escritor Mark Twain (1835-1910), mantinha um bloco e lápis em seus bolsos e as anotações foram usadas nos livros &#8220;As aventuras de Tom Sawyer&#8221; e &#8221; As Aventuras de Huckleberry Finn&#8221;.</p>
<p>&#8211; Fazer um brainstorming caminhando &#8211; reunir a equipe e caminhar por praças e jardins, discutindo a pauta e buscando as melhores alternativas. Para quem não sabe, o filósofo Aristóteles ensinava desta forma na Grécia, em 336 a.C e sua escola ficou ativa até o século IV, provando que o método é eficiente.</p>
<p>Esses e outros exercícios de criatividade possibilitam aos profissionais criar conexões entre as experiências antigas com as novas e formatar uma solução (ou inovação), ou seja, fazer novas combinação de ideias antigas.</p>
<p>Isso cria repertório para o profissional, ampliando suas habilidades e possibilidades de desenvolvimento pessoal e técnico.</p>
<p>Novamente, insisto que, para que tudo isso seja praticada em uma empresa, é necessário que exista uma cultura de inovação ampla, assumida por gestores e líderes, e entendida por todos os colaboradores.</p>
<p>Pois, não adianta uma empresa imaginar ou achar que é inovadora e disruptiva se, na dia a dia não tem implantada uma política de gestão de pessoas, uma comunicação efetiva com seus colaboradores e com seu mercado de atuação, ou mesmo, incentivem a competição desenfreada entre os departamentos ou o excesso de confidencialidade.</p>
<p>E, sobre esse assunto, que está inserido nos quatro parâmetros da inovação, você poderá acompanhar com detalhes no meu próximo artigo.</p>
<p>Nos vemos em breve, até lá!!!</p>
</div>
</div>
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<p><strong><em>Texto  escrito por <a href="https://www.linkedin.com/in/bettoalves/">Betto Alves</a></em></strong></p>
<p>É jornalista, publicitário, especialista em Marketing Digital. Experiência em gestão e consultoria de projetos de comunicação offline e digital. Atua como professor na Esamc Campinas, nos cursos de graduação e MBA da instituição, nos eixos de negócios, comunicação e audiovisual. Especialista em desenvolvimento de treinamentos presenciais e em plataformas EAD. Ministrou palestras motivacionais para líderes e colaboradores em várias empresas, com foco Gestão de Pessoas, Marketing Digital, Reprogramação de Hábitos, Gerenciamento de Crise, Maximizar Resultados e Otimizar processos, dentre outras práticas pertinentes ao universo corporativo. Produtor de eventos com foco em Marketing e Empreendedorismo e Marketing Social. Atuação em grandes emissoras de TV locais, e nacionais, como Produtor Executivo, Redator, locutor, Repórter e Apresentador; Editor-Chefe e Diretor de Programas Ao Vivo. Concepção de programação para WebTV. No segmento impresso, atuou como repórter e jornalista. É professor do IBDEC desde de 2018, na área de Marketing Digital.</p>
<p>O <strong><a href="https://adrus.com.br/">Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Educação Corporativa (IBDEC)</a></strong> é uma escola de cursos livres fundada em 2006 e que já formou mais de 17 mil alunos. Acreditamos que a Educação é a melhor ferramenta para garantir o pleno desenvolvimento dos indivíduos e instituições.</p>
<p>Através de projetos e cursos diferenciados, nossa escola permite ao aluno vivenciar nas aulas aquilo que fará em sua atividade profissional, através de exercícios práticos, dinâmicos e reais. Contamos com material didático próprio elaborado e revisado por profissionais experientes, com sólida formação acadêmica e conhecimento de mercado, proporcionando aos nossos alunos o contato com o que existe de mais atual e real em sua área.</p>
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<p>O post <a href="https://adrus.com.br/sem-categoria/inovacao-e-criatividade">Inovação e Criatividade</a> apareceu primeiro em <a href="https://adrus.com.br">ADRUS Cursos</a>.</p>
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