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	<title>Arquivo de Comportamento - ADRUS Cursos</title>
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	<description>Educação Executiva e Profissionalizante</description>
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		<title>Você já disse &#8220;não&#8221;​ hoje?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2020 13:30:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[comunicaçãonãoviolenta]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dizer não e ser feliz Fiz uma experiência: digitei em diferentes mecanismos de buscas a frase &#8220;aprenda a dizer não&#8221;...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dizer não e ser feliz</p>
<p>Fiz uma experiência: digitei em diferentes mecanismos de buscas a frase &#8220;aprenda a dizer não&#8221; e, em quase todos eles, em menos de 45 segundos foram oferecidos 72.600.000 resultados em português e 3.450.000.000 em inglês &#8211; &#8220;learn say no&#8221;.</p>
<p>Os títulos dos sites e artigos são os mais variados e sugestivos, como &#8220;5 passos para dizer não&#8221;, &#8220;13 dicas e 9 frases para dizer não&#8221;, &#8220;Diga não sem culpa&#8221; e tantos outros.</p>
<p>Mas, porque é tão difícil dizer não?</p>
<p>No mundo corporativo, acredite, ele pode ser decisivo para o fechamento de um negócio, a realização de um novo projeto, para alcançar metas e até para continuidade de uma carreira.</p>
<h3>A importância do não</h3>
<p>Uma criança ouve tantas vezes o &#8220;não&#8221; desde que nasce, que chega a desenvolver a &#8220;fase do não&#8221; e, esta é uma etapa do processo maturacional do ser humano. Essa fase é muito importante para a formação da personalidade e vai ser determinante na formação do padrão de comportamento e das suas respostas às questões quotidianas.</p>
<p>A capacidade de dizer não está intimamente ligada à autoconfiança. Pessoas com baixa autoconfiança, geralmente, se sentem incomodadas em ter que argumentar sobre a recusa e, muitas vezes, preferem superestimar as necessidades dos outros, em detrimento das suas.</p>
<p>O tema não é novo, tanto que em 1975, os escritores estadunidenses Herbert Fensterheim e Jean Baer, depois de três décadas de estudo, lançaram o livro &#8221; Não diga sim quando quer dizer não&#8221; e, em pouco tempo virou best-seller mundial e, no Brasil, desde então, já teve mais de 25 edições.</p>
<h3>O mito da produtividade</h3>
<p>Convido você a imaginar a situação de M., uma copywriter autônoma, que faz trabalhos para vários clientes, elaborando cartas de vendas persuasivas, com conteúdos e argumentos elogiados e &#8220;vencedores&#8221;.</p>
<p>Com a retomada da economia, seus clientes mais habituais encomendaram trabalhos e, desta forma ela foi montando sua programação. Porém, essa retomada trouxe novos (e bem-vindos) clientes e, quando M. percebeu, o volume de trabalho havia ultrapassado sua capacidade de produção.</p>
<p>Ela pensou: &#8220;Trabalho não se recusa, pense nos boletos e terá motivação!&#8221;. Foi o que M. fez. Com os boletos e as novas oportunidades em mente, passou a escrever &#8211; o que significa pesquisar, criar, escrever, reescrever, revisar, reescrever até ficar bom &#8211; e a semana passou voando!</p>
<p>Mas, ela não podia parar, seus prazos (assim como sua criatividade e resistência física) estavam se esgotando e, com isso, muitas cobranças viriam.</p>
<p>M. foi até o fim, entregou tudo nos prazos. No final dessa maratona, sem vontade para mais nada, percebeu que estava na hora de mudar de atitude, em relação ao seus clientes e à sua própria vida.</p>
<h3>Estabelecendo limites saudáveis</h3>
<p>Não são só os autônomos ou freelancers que passam por essa carga excessiva de trabalho.</p>
<p>Nas empresas também acontece e é possível identificar alguns comportamentos de colaboradores que comprovam a dificuldade em dizer não.</p>
<p>Encontramos aqueles que querem agradar a todos e a qualquer custo, normalmente os mais novos na empresa ou em início de carreira e outros que não sabem enfrentar pessoas ou situações.</p>
<p>Temos, ainda, uma falsa visão de que a &#8220;cultura do brasileiro é de ser prestativo, ajudar sempre os outros&#8221;, em alguns casos isso pode ser útil e demonstrar gentileza. No entanto, um colaborador que nunca diz não, compromete seu trabalho, suas prioridades e, nem sempre os resultados são satisfatórios.</p>
<p>Há que encontrar o equilíbrio &#8211; sempre ele &#8211; entre as horas de trabalho, a necessidade de descanso, de lazer. Ou seja, ter uma vida profissional e também ter uma vida pessoal.</p>
<p>Isso demonstra autoconhecimento e respeito, a si mesmo e aos seus limites, e também, com as pessoas ao seu redor, que entenderão os motivos de uma recusa.</p>
<p>Todos nós temos o direito de decidir o que queremos e, principalmente, o que não queremos fazer. Esse é o alicerce da dignidade. Quando optamos pela sinceridade, pelas nossas escolhas, certamente seremos respeitados como pessoas e profissionais.</p>
<h3><span style="color: #ffcc00;"><strong>E, como costumo dizer: &#8220;Cansado você não brilha!&#8221;</strong></span></h3>
<p><strong><em>Texto  escrito por <a href="https://www.linkedin.com/in/bettoalves/">Betto Alves</a></em></strong></p>
<p>É jornalista, publicitário, especialista em Marketing Digital. Experiência em gestão e consultoria de projetos de comunicação offline e digital. Atua como professor na Esamc Campinas, nos cursos de graduação e MBA da instituição, nos eixos de negócios, comunicação e audiovisual. Especialista em desenvolvimento de treinamentos presenciais e em plataformas EAD. Ministrou palestras motivacionais para líderes e colaboradores em várias empresas, com foco Gestão de Pessoas, Marketing Digital, Reprogramação de Hábitos, Gerenciamento de Crise, Maximizar Resultados e Otimizar processos, dentre outras práticas pertinentes ao universo corporativo. Produtor de eventos com foco em Marketing e Empreendedorismo e Marketing Social. Atuação em grandes emissoras de TV locais, e nacionais, como Produtor Executivo, Redator, locutor, Repórter e Apresentador; Editor-Chefe e Diretor de Programas Ao Vivo. Concepção de programação para WebTV. No segmento impresso, atuou como repórter e jornalista. É professor do IBDEC desde de 2018, na área de Marketing Digital.</p>
<p>O <strong><a href="https://adrus.com.br/">Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Educação Corporativa (IBDEC)</a></strong> é uma escola de cursos livres fundada em 2006 e que já formou mais de 17 mil alunos. Acreditamos que a Educação é a melhor ferramenta para garantir o pleno desenvolvimento dos indivíduos e instituições.</p>
<p>Através de projetos e cursos diferenciados, nossa escola permite ao aluno vivenciar nas aulas aquilo que fará em sua atividade profissional, através de exercícios práticos, dinâmicos e reais. Contamos com material didático próprio elaborado e revisado por profissionais experientes, com sólida formação acadêmica e conhecimento de mercado, proporcionando aos nossos alunos o contato com o que existe de mais atual e real em sua área.</p>
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		<title>3 dicas básicas para uma entrevista de emprego</title>
		<link>https://adrus.com.br/carreira/dicas-para-entrevista-de-emprego</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2020 14:26:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista de emprego]]></category>
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		<category><![CDATA[Recrutador]]></category>
		<category><![CDATA[Respostas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É normal ficar nervoso em uma entrevista, ainda mais se for para o primeiro emprego. Mas independente de ser a...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É normal ficar nervoso em uma entrevista, ainda mais se for para o primeiro emprego.<br />
Mas independente de ser a primeira ou a vigésima primeira entrevista deve-se estar atento ao comportamento de modo geral, desde o modo de se vestir, falar até como se portar diante do recrutador.</p>
<p>O primeiro princípio é:</p>
<p>1) Vista-se de forma adequada à cultura organizacional da empresa. Não vá em uma entrevista sem estar de terno e gravata se todos que trabalham lá usam essa vestimenta, por exemplo. Se você for numa entrevista em uma empresa mais despojada, apenas uma camisa e calça social bastam. No caso das mulheres, nada de minissaia ou decotes e, muito menos maquiagem pesada! Você não está indo conquistar o recrutador de forma romântica, mas uma vaga na empresa de forma profissional. Tendo isso em mente, estude a empresa e vá preparado.</p>
<p>Existe uma máxima que define exatamente a importância do comportamento em uma situação como essa: “A primeira impressão é a que fica.”</p>
<p>Não importa quão competente você seja executando sua função, para SER um profissional é preciso ter uma postura à altura.</p>
<p>2) Formule e estude as respostas para as perguntas de praxe e outras possíveis perguntas que podem ser solicitadas na entrevista. Perguntas como: Porque você quer trabalhar aqui; Qual seu diferencial e seus defeitos/pontos a melhorar; Porque saiu do último emprego etc; são comuns, mas capciosas.</p>
<p>Não dá pra falar: “hmmm&#8230;não sei” ou “Nossa, agora você me pegou, hein”. Isso mostra despreparo e falta de autoconhecimento. Estude e pense bem no que for falar, mas não dê respostas batidas ou que parecem prontas. São respostas estudadas e conscientes. Cá entre nós, são respostas ensaiadas, mas elas não podem parecer assim!</p>
<p>3) Mas seja autêntico. Não precisa atuar (a não ser que você esteja de fato concorrendo a um papel na TV ou teatro). As respostas são bem estudadas, mas formuladas com suas palavras, com sua entonação, seu jeito de falar. Demonstre segurança – sem ser arrogante!</p>
<p>É muito importante ser honesto durante a entrevista, pois você será cobrado disso caso consiga a vaga. Não fale que sabe falar inglês fluente se você só sabe “Hello”. Mentir é muito ruim e acabará sendo “um tiro no pé”.</p>
<p><strong>BOA SORTE!</strong></p>
<p>O <strong><a href="https://adrus.com.br/">Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Educação Corporativa (IBDEC)</a></strong> é uma escola de cursos livres fundada em 2006 e que já formou mais de 17 mil alunos. Acreditamos que a Educação é a melhor ferramenta para garantir o pleno desenvolvimento dos indivíduos e instituições.</p>
<p>Através de projetos e cursos diferenciados, nossa escola permite ao aluno vivenciar nas aulas aquilo que fará em sua atividade profissional, através de exercícios práticos, dinâmicos e reais. Contamos com material didático próprio elaborado e revisado por profissionais experientes, com sólida formação acadêmica e conhecimento de mercado, proporcionando aos nossos alunos o contato com o que existe de mais atual e real em sua área.</p>
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		<title>A comunicação a serviço da empatia</title>
		<link>https://adrus.com.br/sem-categoria/a-comunicacao-a-servico-da-empatia</link>
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		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2020 11:50:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[empatia]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[persuasão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A palavra empatia entrou definitivamente no vocabulário e na vida de boa parte das pessoas. Agora, está na hora de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A palavra empatia entrou definitivamente no vocabulário e na vida de boa parte das pessoas. Agora, está na hora de começarmos a praticar a comunicação não violenta em nossos relacionamentos pessoais e profissionais.</p>
<p>Alguns podem pensar: &#8220;Eu procuro conversar sempre tranquilo, sem gritos ou violência&#8221;. Neste artigo, vou tentar mostrar que nem só berros e xingamentos são considerados violentos.</p>
<p>Muitas vezes, durante as conversas, formulamos frases carregadas de julgamentos ou ironias e elas, nem sempre causam bem-estar ao ouvinte e nem a nós mesmos.</p>
<h3>Eu tenho um sonho</h3>
<p>No início da década de 1960, o pastor Martin Luther King, no qual falava da necessidade de união e coexistência harmoniosa entre negros e brancos no futuro e, seu famoso discurso, intitulado &#8220;I have dream&#8221;, inspirou, conscientizou e desencadeou muitas mudanças sociais e comportamentais, nos EUA e no mundo todo.</p>
<p>Nessa mesma época, um estudante que passou toda a vida escolar sofrendo bullyng e vivendo em cenários violentos, conseguia seu título de PHD em Psicologia clínica e seus trabalhos também teriam grandes influências nos acontecimentos da década.</p>
<p>Trata-se do doutor Marshall Bertram Rosenberg (1934-2015), criador do método da Comunicação não violenta &#8211; CNV &#8211; e que, nessa época oferecia orientação às escolas e universidades que estavam promovendo a integração racial.</p>
<p>O autor propunha que, em momentos conflituosos, era necessário agir e falar com empatia e, que esse era o caminho para solução, evitando acusações e atitudes defensivas.</p>
<p>Essa técnica, proposta por Rosenberg, chegava em uma momento de sociedade polarizada, dividida e, com pessoas, particularmente interessadas em si mesmas.</p>
<h3>Os componentes da CNV</h3>
<p>A CNV orienta e auxilia as pessoas a reformular a maneira de se expressar, deixando a tendência de respostas automáticas e comportamentos repetitivos.</p>
<p>Isso se deve a maior percepção do momento e do outro, daquele com quem se está falando. A escuta ativa e profunda, proposta pelo método, faz com que as interações se desenvolvam com mais empatia e, desta forma, com mais respeito e atenção.</p>
<p>A CNV não é um conjunto de técnicas ou uma receita de bolo, e sim, uma proposta para conexão mais pacífica entre pessoas e, desde sua criação foi aplicada com êxito em muitos países e diferentes áreas da sociedade.</p>
<p>Por exemplo, nos programas de paz, após a guerra civil de Angola, Moçambique, Ruanda, Irlanda Sérvia e Croácia</p>
<p>O doutor Rosenberg orienta que, para o funcionamento correto da comunicação não violenta é necessário que os praticantes conheçam os quatro componentes principais, que são:</p>
<h3><strong>1. Observação</strong></h3>
<p>É importante observar a situação para entendê-la corretamente. Rosenberg propõem questionamentos da mensagem que está recebendo, porém, sem criar julgamentos precipitados ou juízo de valor. Restringir-se a detectar o que gosta ou não gosto do fato ocorrido e não a forma como outro faz ou fala.</p>
<h3><strong>2. Sentimento</strong></h3>
<p>Após observar, é preciso entender qual sentimento a situação desperta e, nomear esses sentimentos: raiva, felicidade, tristeza, calma, ansiedade e assim por diante. O autor destaca que a pessoa que se permite a vulnerabilidade, consegue aprender a diferença entre o que sente, vê e pensa.</p>
<h3><strong>3. Necessidades</strong></h3>
<p>O passo seguinte ao entendimento é o reconhecimento das necessidades que estão ligadas a esse processo. Uma solução é mais fácil e pacificamente encontrada quando a pessoa consegue expressar suas necessidades.</p>
<h3><strong>4. Pedido</strong></h3>
<p>Ao chegar nesta etapa, os interlocutores estão a um passo das ações concretas e práticas, pois, sabem o que esperar um do outro. O autor orienta a utilização de uma linguagem positiva, afirmativa para fazer o pedido.</p>
<h3>Como aplicar na prática</h3>
<p>Para aplicar a CNV é preciso aprender a separar fatos de julgamentos. Um exemplo bem básico e corriqueiro, tanto nas empresas, como na vida pessoal, é a pontualidade.</p>
<p>Imagine que o chefe de J. pediu que chegasse com duas horas de antecedência ao evento que estão organizando, para acertar os detalhes e deixar tudo em ordem para os participantes.</p>
<p>No dia do evento, J. teve uma emergência hospitalar na família e não conseguiu avisar seu chefe, chegando em cima da hora do início do evento. Seu chefe com</p>
<p>os nervos à flor da pele, esbraveja: &#8220;Difícil contar com você, está sempre chegando tarde, quando a gente mais precisa. Isso é muita falta de respeito e profissionalismo!&#8221;</p>
<p>Se J responder: &#8220;E eu não suporto mais seus gritos!&#8221;, o conflito está montado e o evento e até o relacionamento profissional poderão estar seriamente comprometidos.</p>
<p>Utilizando os quatro componentes que falamos podemos ter um cenário completamente diferente disso. Imagine a diferença na comunicação se J. ouvisse algo assim:</p>
<p>“Quando você atrasa a um evento que organizamos juntos e como uma equipe (observação), eu me sinto desrespeitado (sentimentos), uma vez que a pontualidade é importante para mostrarmos aos convidados que estamos comprometidos com o evento (necessidades). No próximo, você poderia chegar na hora combinada? (pedido)”</p>
<p>Percebe que o foco está na ação e não na pessoa? Você pode até pensar: &#8220;Essa frase é longa e não parece tão natural. Mas, com a prática da CNV, os usuários vão se acostumando e adaptando ao vocabulário mais adequado para si.</p>
<h3>Como aplicar na prática</h3>
<p>Há cerca de 900 a.C, foi escrito o Livro de Provérbios, atribuído ao rei Salomão, que consta na bíblia cristã e hebraica e que ensina: &#8220;A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira&#8221;. (Provérbios 15:1).</p>
<p>A CNV busca exatamente isso: uma comunicação branda, que proporcione o entendimento entre as pessoas, mantendo os debates no mais alto nível de respeito aos pontos de vistas diferentes. Proporcionando compartilhamento de conhecimentos e de experiências saudáveis.</p>
<p>Recapitulando, para aplicar e praticar a CNV é importante: não julgar ou acusar, explicar suas necessidades de forma clara e objetiva; colocar-se no lugar da outra pessoa, sempre que possível, nunca alimentar conflitos, coloque o foco nos fatos ou ações e não na pessoa.</p>
<p>Deixo aqui, mais uma frase do livro &#8220;Provérbios&#8221;, do escritor Marcos Rogério para a reflexão:</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;O conhecimento é nada mais do que uma acumulação de fatos brutos, mas a sabedoria é a capacidade de ver as pessoas, eventos e situações como o Amor infinito os vê&#8221;.</strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Texto  escrito por <a href="https://www.linkedin.com/in/bettoalves/">Betto Alves</a></em></strong></p>
<p>É jornalista, publicitário, especialista em Marketing Digital. Experiência em gestão e consultoria de projetos de comunicação offline e digital. Atua como professor na Esamc Campinas, nos cursos de graduação e MBA da instituição, nos eixos de negócios, comunicação e audiovisual. Especialista em desenvolvimento de treinamentos presenciais e em plataformas EAD. Ministrou palestras motivacionais para líderes e colaboradores em várias empresas, com foco Gestão de Pessoas, Marketing Digital, Reprogramação de Hábitos, Gerenciamento de Crise, Maximizar Resultados e Otimizar processos, dentre outras práticas pertinentes ao universo corporativo. Produtor de eventos com foco em Marketing e Empreendedorismo e Marketing Social. Atuação em grandes emissoras de TV locais, e nacionais, como Produtor Executivo, Redator, locutor, Repórter e Apresentador; Editor-Chefe e Diretor de Programas Ao Vivo. Concepção de programação para WebTV. No segmento impresso, atuou como repórter e jornalista. É professor do IBDEC desde de 2018, na área de Marketing Digital.</p>
<p>O <strong><a href="https://adrus.com.br/">Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Educação Corporativa (IBDEC)</a></strong> é uma escola de cursos livres fundada em 2006 e que já formou mais de 17 mil alunos. Acreditamos que a Educação é a melhor ferramenta para garantir o pleno desenvolvimento dos indivíduos e instituições.</p>
<p>Através de projetos e cursos diferenciados, nossa escola permite ao aluno vivenciar nas aulas aquilo que fará em sua atividade profissional, através de exercícios práticos, dinâmicos e reais. Contamos com material didático próprio elaborado e revisado por profissionais experientes, com sólida formação acadêmica e conhecimento de mercado, proporcionando aos nossos alunos o contato com o que existe de mais atual e real em sua área.</p>
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		<title>Trabalhando ao lado do cliente potencial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2020 13:51:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adrus]]></category>
		<category><![CDATA[comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[endomarketing]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[soft skill]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Grandes corporações (e as pequenas sonham em fazer o mesmo) gastam fortunas em campanhas de Marketing, utilizando mídias digitais e...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Grandes corporações (e as pequenas sonham em fazer o mesmo) gastam fortunas em campanhas de Marketing, utilizando mídias digitais e analógicas, ações nos pontos de venda e, no entanto, muitas vezes esquecem de usar o Endomarketing como ferramenta estratégica.</p>
<p>Para algumas empresas Endomarketing é apenas o marketing interno, como se ele não precisasse de diretrizes e estratégicas, para não se transformar em um tremendo fiasco entre os colaboradores.</p>
<p>Endomarketing como ferramenta de produtividade e perfomance, deve ser entendido como um conjunto de ações internas de uma empresa dirigidas aos colaboradores, investidores, clientes e fornecedores.</p>
<p>Assim, nunca é demais lembrar que para atrair os melhores e mais qualificados profissionais do mercado e, mantê-los motivados é preciso saber cativar, ainda no processo de seleção, com propostas que encantem e façam sentido para os planos de desenvolvimento de cada um.</p>
<h3>Com que camisa você vai trabalhar?</h3>
<p>Em momentos importantes para as empresas, como lançamentos de produto, expansão de vendas e, até principalmente durante as crises, é comum os líderes pedirem para o time &#8220;vestir a camisa&#8221;.</p>
<p>E, será que o isso funciona? Será que o líder nunca se perguntou &#8220;Porque os colaboradores ainda não vestiram a camisa?&#8221;</p>
<p>No século passado, ter um &#8220;emprego seguro, que a pessoa começasse e fosse subindo na carreira&#8221;, era o sonho de todo trabalhador, não importando de qual profissão ou cargo fosse.</p>
<p>No final do século XX, as relações trabalhistas começaram a mudar e, com elas, as necessidades e exigências dos colaboradores também mudaram.</p>
<h3>O fim da era dos agrados simbólicos</h3>
<p>O que antes era um sentimento de honra trabalhar na empresa Y ou Z, ganhar uma linda placa gravada aos 25 anos de trabalho e uma linda caneta tinteiro quando ocorresse a aposentadoria, mudou drasticamente.</p>
<p>Os novos candidatos a uma vaga e, também, os colaboradores da empresa X, querem muito mais para entrar e ficar na empresa. Eles querem fazer parte de um processo que garanta um produto que atenda às necessidades de clientes, como eles mesmos.</p>
<p>Assim, mais do que o primeiro vendedor, o colaborador da empresa é o seu consumidor mais exigente. É ele quem vai indicar os produtos e também a empresa para seus amigos, familiares e network.</p>
<h3>Endomarketing e os resultados tangíveis</h3>
<p>Por essas e outras razões, o Endomarketing deve ser trabalhado por uma equipe multidisciplinar, que reúna RH, Marketing e diretoria.</p>
<p>Atuando em conjunto, esses três pilares devem buscar a conexão com os colaboradores da empresa, atuando no dia a dia, para que alcancem os resultados esperados pela companhia: motivação, redução do turnover, fortalecimento do employer branding, cumprimento das metas e, acredite, aumento das vendas de produtos ou serviços da empresa.</p>
<p>O leitor já deve ter percebido que o Endomarketing como ferramenta de produtividade pode ser medido e quantificado de diferentes formas, seja por meio da Pesquisa de Satisfação , menor rotatividade de colaboradores, maior retenção de talentos e, até das vendas, dependendo da ação proposta pela empresa.</p>
<h3>Implementando ações de Endomarketing</h3>
<p>Os benefícios são muitos, isso é indiscutível, mas, para implementar o Endomarketing, a empresa deve ter os objetivos definidos e, pensar em ações que possibilitem alcançá-lo, sendo possível ajustar, conforme a necessidade e os acontecimentos.</p>
<p>Alguns passos são necessários para a implementação das ações, entre as principais estão:</p>
<p>&#8211; Realização de palestras e eventos motivacionais -São eventos importantes para auxiliar no crescimento pessoal e para o aumento da motivação dos colaboradores. A contratação de especialistas para as palestras resultará em maior desenvolvimento e educação, demonstrando a preocupação da empresa com o desenvolvimento dos colaboradores.</p>
<p>&#8211; Melhorar a comunicação interna &#8211; Para existir diálogo, este precisa ser de mão dupla. O jornal interno é uma poderosa ferramenta estratégica, que aproxima os colaboradores com a organização, fortalecendo a imagem, valorizando o dia a dia dos participantes, reduzindo os boatos e fake news e motivando a divulgação das boas práticas.</p>
<p>Também podem ser usados e-mails de notícias internas (e-news), quadro de aviso, telefone via direta &#8211; onde o colaborador pode fazer reclamações, queixas e sugestões.</p>
<p>&#8211; Envolvimento social &#8211; Trabalho voluntário em associações beneficentes é uma forma de integrar colaboradores de todos os níveis. Esta ação possibilita que os colaboradores sintam sua importância não apenas no ambiente de trabalho, mas, a gratificante sensação de fazer a diferença na vida de outras pessoas.</p>
<p>Muitas outras ações podem ser implementadas e estas vão depender da cultura da empresa, da criatividade do grupo responsável e do feedback dos colaboradores. Não existe fórmula de sucesso pronta, cada empresa vai desenvolver a sua receita.</p>
<p>Por isso, não vale a pena improvisar ou querer aplicar aquela que &#8220;deu super certo&#8221; em outra empresa. Na dúvida, é melhor pesquisar e contratar um especialista em Endomarketing: os colaboradores agradecem e retribuem!</p>
<p><em>Texto  escrito por <a href="https://www.linkedin.com/in/bettoalves/">Betto Alves</a></em></p>
<p>É jornalista, publicitário, especialista em Marketing Digital. Experiência em gestão e consultoria de projetos de comunicação offline e digital. Atua como professor na Esamc Campinas, nos cursos de graduação e MBA da instituição, nos eixos de negócios, comunicação e audiovisual. Especialista em desenvolvimento de treinamentos presenciais e em plataformas EAD. Ministrou palestras motivacionais para líderes e colaboradores em várias empresas, com foco Gestão de Pessoas, Marketing Digital, Reprogramação de Hábitos, Gerenciamento de Crise, Maximizar Resultados e Otimizar processos, dentre outras práticas pertinentes ao universo corporativo. Produtor de eventos com foco em Marketing e Empreendedorismo e Marketing Social. Atuação em grandes emissoras de TV locais, e nacionais, como Produtor Executivo, Redator, locutor, Repórter e Apresentador; Editor-Chefe e Diretor de Programas Ao Vivo. Concepção de programação para WebTV. No segmento impresso, atuou como repórter e jornalista. É professor do IBDEC desde de 2018, na área de Marketing Digital.</p>
<p><em>O Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Educação Corporativa (IBDEC) é uma escola de cursos livres fundada em 2006 e que já formou mais de 17 mil alunos. Acreditamos que a Educação é a melhor ferramenta para garantir o pleno desenvolvimento dos indivíduos e instituições.</em></p>
<p><em>Através de projetos e cursos diferenciados, nossa escola permite ao aluno vivenciar nas aulas aquilo que fará em sua atividade profissional, através de exercícios práticos, dinâmicos e reais. Contamos com material didático próprio elaborado e revisado por profissionais experientes, com sólida formação acadêmica e conhecimento de mercado, proporcionando aos nossos alunos o contato com o que existe de mais atual e real em sua área.</em></p>
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		<title>A vida começa quando você sai da cabana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2020 12:11:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia positiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É inacreditável a capacidade de adaptação do ser humano. Há poucos meses todos estávamos assustados por sermos obrigados a fazer...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<header id="reader-article-header" aria-label="Cabeçalho da newsletter"></header>
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<div class="reader-article-content" dir="ltr">
<p>É inacreditável a capacidade de adaptação do ser humano. Há poucos meses todos estávamos assustados por sermos obrigados a fazer o distanciamento social, agora com a flexibilização começando, os novos comentários são sobre a Síndrome da Cabana.</p>
<p>Para quem ainda não ouviu a respeito, os psicólogos afirmam que é um comportamento normal quando se é obrigado a distanciar-se da realidade por um longo período, ou seja, a pessoa refuta ou tem medo de sair de sua casa que, para ela, neste momento, representa a segurança.</p>
<h3><strong>Aqui nesta cabana está muito confortável</strong></h3>
<p>Esse sentimento de angústia ao precisar sair de casa, decorre do sensação de segurança gerada pelo isolamento, enquanto &#8220;lá fora&#8221; a pandemia foi se agravando.</p>
<p>Esse comportamento, que é chamado de Síndrome da Cabana (<em>Cabin Fever</em>), foi relatado nos anos 1900, durante a corrida do ouro, nos estados do norte dos Estados Unidos, onde os mineiros e garimpeiros ficavam isolados por mais de três meses, durante o rígido inverno daquela região.</p>
<p>Para quem não imagina ou quer ter uma ideia de como é ficar isolado pela neve, como os garimpeiros, indico o filme &#8220;O iluminado&#8221; (1980), uma obra-prima de Stanley Kubrick, com interpretação magistral de Jack Nickolson.</p>
<p>A Sociedade Italiana de Psiquiatria, estimou que mais de um milhão de italianos sofreram transtornos em razão da Síndrome da Cabana, por aqui, ainda não temos estudos abordando esse tema.</p>
<h3> <strong>A nova mudança de vida</strong></h3>
<p>Passados os momentos mais críticos, é hora de sair e retomar a vida e, para muitos isso significa outra mudança de vida, pois, com o isolamento já se transformou em seu &#8220;normal diário&#8221;.</p>
<p>E, como sabemos, mudar sempre assusta, ainda mais, quando temos um ambiente aparentemente inseguro e a vacina salvadora ainda está em desenvolvimento.</p>
<h3><strong>A limitada zona de conforto</strong></h3>
<p>Lendo os relatos sobre a Síndrome da Cabana, me ocorreu a ideia de fazer uma analogia com a famosa &#8220;zona de conforto&#8221;, aquele lugar aconchegante de nosso comportamento, onde tudo está em seu perfeito lugar.</p>
<p>A pessoa quando chega e estaciona em uma zona de conforto desfruta sempre de bons resultados, obviamente, fazendo sempre do mesmo jeito as mesmas coisas e, com isso, tranquiliza-se na falsa sensação de segurança e de competência.</p>
<p>Muitas vezes, esses resultados não são tão bons, mas, ela se acostumou com a situação, como aquela famosa frase popular: &#8220;Tá ruim, mas, tá bom!&#8221;.</p>
<p>E, sem perceber que não está evoluindo, nem profissional e nem pessoalmente, ela se deixa envolver pela falta de motivação, irritação por qualquer motivo, críticas exageradas para si e para os outros, desculpas e justificativas infindáveis.</p>
<p>O resultado disso é a estagnação da vida profissional e pessoal. É quando começam (ou deveriam começar) aquelas perguntas clássicas: O que estou fazendo aqui? Será que esse trabalho é relevante? Será que estou conectado a esse trabalho ainda?</p>
<h3><strong>É hora de entrar no &#8220;modo Ação&#8221;</strong></h3>
<p>A primeira coisa a fazer quando percebe que a sua vida &#8220;é uma jangada solta na calmaria do mar&#8221; é <strong>reconhecer os seus limites</strong>.</p>
<p>Sim, não dá pra sair de sua zona de conforto e lutar contra todas as barreiras que possam surgir com a mudança. Você terá que aprender a entender e aceitar as dificuldades e encontrar uma solução racional para elas.</p>
<p>Entrar no &#8220;modo Ação&#8221; não é sair fazendo tudo ao mesmo tempo e de qualquer forma, pelo contrário, é preciso ter foco e para caminhar é imprescindível saber para onde vai e quais são as melhores rotas. Ou seja, ter objetivos para focar neles e agir para alcançá-los.</p>
<p>O nosso momento é o agora e a busca do autoconhecimento é o nosso passaporte para o futuro, seja do âmbito profissional ou pessoal. Sem que déssemos conta, entramos para a História deste século por causa de uma pandemia, agora é o momento de sairmos da cabana para viver e escrever nossas próprios histórias.</p>
<p><em>Texto  escrito por <a href="https://www.linkedin.com/in/bettoalves/">Betto Alves</a></em></p>
<p>É jornalista, publicitário, especialista em Marketing Digital. Experiência em gestão e consultoria de projetos de comunicação offline e digital. Atua como professor na Esamc Campinas, nos cursos de graduação e MBA da instituição, nos eixos de negócios, comunicação e audiovisual. Especialista em desenvolvimento de treinamentos presenciais e em plataformas EAD. Ministrou palestras motivacionais para líderes e colaboradores em várias empresas, com foco Gestão de Pessoas, Marketing Digital, Reprogramação de Hábitos, Gerenciamento de Crise, Maximizar Resultados e Otimizar processos, dentre outras práticas pertinentes ao universo corporativo. Produtor de eventos com foco em Marketing e Empreendedorismo e Marketing Social. Atuação em grandes emissoras de TV locais, e nacionais, como Produtor Executivo, Redator, locutor, Repórter e Apresentador; Editor-Chefe e Diretor de Programas Ao Vivo. Concepção de programação para WebTV. No segmento impresso, atuou como repórter e jornalista. É professor do IBDEC desde de 2018, na área de Marketing Digital.</p>
<p><em>O Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Educação Corporativa (IBDEC) é uma escola de cursos livres fundada em 2006 e que já formou mais de 17 mil alunos. Acreditamos que a Educação é a melhor ferramenta para garantir o pleno desenvolvimento dos indivíduos e instituições.</em></p>
<p><em>Através de projetos e cursos diferenciados, nossa escola permite ao aluno vivenciar nas aulas aquilo que fará em sua atividade profissional, através de exercícios práticos, dinâmicos e reais. Contamos com material didático próprio elaborado e revisado por profissionais experientes, com sólida formação acadêmica e conhecimento de mercado, proporcionando aos nossos alunos o contato com o que existe de mais atual e real em sua área.</em></p>
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		<title>Supere suas crenças para crescer</title>
		<link>https://adrus.com.br/geral/supere-suas-crencas-para-crescer</link>
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		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2020 15:10:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças limitantes]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns anos a &#8220;high performance&#8221; foi sacralizada pelo mundo corporativo e nele, podemos incluir esportes de alto rendimento, show business e tantos outros. E, com ela, pode acreditar, vieram com força total as crenças limitantes.</p>
<p>Com os índices às alturas, para muitos profissionais, a perfomance passou a ser uma tarefa para <em>ironman</em>. Onde, as exigências de sucesso conflitam continuamente com as carências e até pequenas deficiências de formação técnica.</p>
<h2><strong>De onde vêm as crenças limitantes</strong></h2>
<p>As crenças limitantes são aquelas certezas que nos cerceiam a ação e podem nos acompanhar por toda a vida, se não forem resolvidas.</p>
<p>Essas crenças limitantes, em geral, surgem na infância e na adolescência, quando o indivíduo ainda está em busca de sua afirmação, seus gostos e preferências pessoais, ou seja, está moldando sua personalidade e, por isso mesmo, captando mensagens e sinais de seu ambiente familiar, escolar e círculos de amizade.</p>
<h2>Você sabe que isso&#8230;</h2>
<p>Para entender melhor, convido o leitor a imaginar (ou rever) uma cena comum entre adolescentes.</p>
<p>Vai ter uma festa na escola e um professor muito bacana quer que uma banda formada pelos alunos toque para os pais, diretores, professores e convidados. João, que é o band leader ainda está tentando convencer a família a lhe dar uma guitarra.</p>
<p>E, quanto mais a data se aproxima, maior é a tensão. Os ensaios continuam, mas sempre com uma guitarra emprestada, enquanto todos os outros têm seus próprios instrumentos musicais.</p>
<p>Para não alongar muito essa história , na véspera da festa, João ganha uma guitarra vermelha usada, porque foi o que deu pra comprar e, ao receber de sua mãe, ouve a sentença: &#8220;Tudo bem em tocar guitarra, João, mas você jamais ganhará a vida com isso&#8221;</p>
<h2>Você sabe que isso&#8230;</h2>
<p>Muitos de nós já ouvimos ou vivenciamos frases parecidas.</p>
<p>Felizmente, nosso amigo John, não deu importância para isso. No dia da festa tocou com sua banda, seu amigo Jorge lhe apresentou a outro guitarrista, o Paul e, o que era para ser uma crença limitante, virou um grande desafio. Pouco tempo depois, eles convidaram o Ringo para tocar bateria e transformaram o mundo, formando The Beatles.</p>
<p>Essa é uma história real e de sucesso, aconteceu em Liverpool, Inglaterra, lá pelos idos de 1957 e a humanidade escuta suas músicas até hoje.</p>
<p>No entanto, para boa parte dos profissionais ouve frases como &#8221; Não tenho conhecimento suficiente&#8221;, &#8220;Você não nasceu para isso&#8221;, &#8220;Desse jeito nunca será nada na vida&#8221;, &#8220;Isso é para homem/mulher&#8221;, entre tantas outras.</p>
<p>Para algumas pessoas essas frases se transformam em um grande peso, que eles levarão em suas mentes por muito tempo, como se fosse um mantra sempre repetido ou até mesmo uma lei a ser seguida sem discutir.</p>
<h2>É hora de libertar-se</h2>
<p>As crenças limitantes ficam &#8220;martelando&#8221; na cabeça até que a pessoa resolva desistir, mesmo sem tentar ou antes mesmo de começar. E, os pensamentos giram em torno de &#8220;não vai adiantar&#8221;, &#8220;isso não é para mim&#8221;, &#8220;não vai dar certo&#8221; e tantos outros pensamentos negativos.</p>
<p>E a pessoa perde oportunidades de vivenciar novas experiências, conhecer pessoas, mudar de emprego, de área, de viver seus sonhos ou, ao menos, tentar torná-los realidade.</p>
<p>Se o pensamento não muda, a vida não muda. Não é uma ciência exata, mas o que vale para todas as pessoas é que esse é um processo que ocorre de dentro para fora, causado pela busca constante do autoconhecimento.</p>
<p>A peça-chave para o crescimento pessoal e profissional é detectar as crenças que estão impondo barreiras em seu desenvolvimento, aquelas que paralisam as tomadas de decisão, provocam medo e inércia e, fica sempre a sensação de que algo ficou para trás, mal resolvido ou mal aproveitado.</p>
<p>Um último exemplo, o elefante fica amarrado a um pequeno e frágil pedaço de madeira, porque ele acredita mais na corrente do que na força descomunal de suas quatro toneladas.</p>
<p>Liberte-se, cresça e vá ser feliz!!!</p>
<p><em>Texto  escrito por <a href="https://www.linkedin.com/in/bettoalves/">Betto Alves</a></em></p>
<p>É jornalista, publicitário, especialista em Marketing Digital. Experiência em gestão e consultoria de projetos de comunicação offline e digital. Atua como professor na Esamc Campinas, nos cursos de graduação e MBA da instituição, nos eixos de negócios, comunicação e audiovisual. Especialista em desenvolvimento de treinamentos presenciais e em plataformas EAD. Ministrou palestras motivacionais para líderes e colaboradores em várias empresas, com foco Gestão de Pessoas, Marketing Digital, Reprogramação de Hábitos, Gerenciamento de Crise, Maximizar Resultados e Otimizar processos, dentre outras práticas pertinentes ao universo corporativo. Produtor de eventos com foco em Marketing e Empreendedorismo e Marketing Social. Atuação em grandes emissoras de TV locais, e nacionais, como Produtor Executivo, Redator, locutor, Repórter e Apresentador; Editor-Chefe e Diretor de Programas Ao Vivo. Concepção de programação para WebTV. No segmento impresso, atuou como repórter e jornalista. É professor do IBDEC desde de 2018, na área de Marketing Digital.</p>
<p><em>O Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Educação Corporativa (IBDEC) é uma escola de cursos livres fundada em 2006 e que já formou mais de 17 mil alunos. Acreditamos que a Educação é a melhor ferramenta para garantir o pleno desenvolvimento dos indivíduos e instituições.</em></p>
<p><em>Através de projetos e cursos diferenciados, nossa escola permite ao aluno vivenciar nas aulas aquilo que fará em sua atividade profissional, através de exercícios práticos, dinâmicos e reais. Contamos com material didático próprio elaborado e revisado por profissionais experientes, com sólida formação acadêmica e conhecimento de mercado, proporcionando aos nossos alunos o contato com o que existe de mais atual e real em sua área.</em></p>
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		<title>Inteligência Emocional (IE)</title>
		<link>https://adrus.com.br/carreira/inteligencia-emocional</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adm_agt_]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Aug 2018 18:15:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[automotivação]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Emocional]]></category>
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		<category><![CDATA[empatia]]></category>
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		<category><![CDATA[habilidades]]></category>
		<category><![CDATA[IBDEC]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência]]></category>
		<category><![CDATA[sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A inteligência emocional se traduz na possibilidade do ser humano de aprender a lidar com as próprias emoções e usufruí-las...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A inteligência emocional se traduz na possibilidade do ser humano de aprender a lidar com as próprias emoções e usufruí-las em benefício próprio, estando sempre motivado e procurando atingir sua melhor performance, inclusive inspirando pessoas ao redor. Aprender, também, a compreender os sentimentos e comportamentos do outro. </span><br />
<span style="font-weight: 400;">A Inteligência Emocional funciona quando conseguimos conciliar o lado emocional e racional do cérebro, neutralizando as emoções negativas, as quais produzem comportamentos destrutivos e, potencializando as emoções positivas para gerar os resultados desejados. Novamente, uma das grandes vantagens das pessoas com inteligência emocional é a capacidade de se auto motivar e seguir em frente, mesmo diante de frustrações e desilusões.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Charles Darwin escreveu sobre a importância da expressão das emoções para a adaptabilidade humana no século XIX. Em 1920, um cientista americano cravou o termo “inteligência social”. Em 1983, surgiu a teoria das inteligências múltiplas. Mas foi Daniel Goleman, com o livro “Inteligência Emocional“, em 1995, que o termo inteligência emocional explodiu para as massas. Goleman, elenca os cinco pilares da Inteligência Emocional (IE), quais sejam:</span><br />
<span style="font-weight: 400;"><strong>1 – </strong>Conhecer as próprias emoções: o primeiro passo é se conhecer, analisar suas emoções e as ações que você faz em resposta aos estímulos. Essa é a chave da inteligência emocional! Mas você deve estar ciente de que a Inteligência Emocional é um processo gradual e que varia de pessoa para pessoa. Não apresse as coisas, não se desespere. O importante é conhecer melhor as suas próprias emoções para que assim possa refletir profundamente sobre isso.</span><br />
<span style="font-weight: 400;"><strong>2</strong> <strong>–</strong> Controlar as emoções: inevitavelmente passamos por momentos estressantes na vida, ou nos sentimos ansiosos por algum motivo. Aprender a lidar com as emoções e controlá-las colocará na direção certa conforme cada situação, e fará toda a diferença entre o equilíbrio e a disfunção. Evite pensar de imediato em um resultado negativo. Seja otimista, tente enxergar sempre o lado positivo das coisas e lembre-se que cada situação possui diversas saídas, basta procurá-las. E quando estiver sob pressão, a coisa mais importante é tentar manter a calma. Encontre uma distração, realize uma atividade prazerosa e canalize sua ansiedade. Uma dica que geralmente funciona é se afastar do conflito, ou tentar esquecê-lo por um momento. Distraia-se com outros afazeres e pensamentos, isso lhe trará calma e equilíbrio quando tiver que retomar o conflito.</span><br />
<span style="font-weight: 400;"><strong>3 –</strong> Automotivação: é a capacidade de dirigir suas emoções rumo a um objetivo ou realização pessoal. As pessoas que têm essa capacidade tendem a ser muito mais produtivas e eficazes no dia a dia.</span><br />
<span style="font-weight: 400;"><strong>4 –</strong> Empatia: aprender a se colocar no lugar do outro, de reconhecer as emoções dos outros e entender seus comportamentos, nos torna mais sensíveis e abertos. </span><br />
<span style="font-weight: 400;"><strong>5 –</strong> Saber se relacionar interpessoalmente (habilidades sociais): outro ponto chave para o sucesso é saber ter boas relações, guiando as emoções dos outros. Isso criará um ambiente positivo a sua volta, melhorando não só a sua qualidade de vida, mas também contagiando aqueles ao seu redor.</span><br />
<i><span style="font-weight: 400;"><br />
No mundo atual, não basta ser inteligente, esperto e preparado para competir. É preciso ter calma e empatia e persistir diante das frustrações para conseguir viver bem no amor, ser feliz com a família e vencer no mercado de trabalho. (Daniel Goleman.</span></i><br />
&nbsp;<br />
<em><span style="font-weight: 400;">Escrito por Melissa Cristina Ponciano</span></em><br />
&nbsp;<br />
<span style="font-weight: 400;">Fontes utilizadas: </span><a href="https://www.febracis.com.br/blog/5-pilares-inteligencia-emocional/"><span style="font-weight: 400;">https://www.febracis.com.br/blog/5-pilares-inteligencia-emocional/</span></a><br />
<a href="https://www.significados.com.br/inteligencia-emocional/"><span style="font-weight: 400;">https://www.significados.com.br/inteligencia-emocional/</span></a><br />
<a href="https://viniciusaguiari.com/inteligencia-emocional/"><span style="font-weight: 400;">https://viniciusaguiari.com/inteligencia-emocional/</span></a><br />
<a href="http://www.criandocomapego.com/as-50-melhores-frases-de-inteligencia-emocional/"><span style="font-weight: 400;">http://www.criandocomapego.com/as-50-melhores-frases-de-inteligencia-emocional/</span></a><br />
&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>3 princípios básicos de comportamento em uma entrevista de emprego</title>
		<link>https://adrus.com.br/carreira/3-principios-basicos-de-comportamento-em-uma-entrevista-de-emprego</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adm_agt_]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2014 14:08:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Fala]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutador]]></category>
		<category><![CDATA[Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://adrus.com.br/2014/?p=3056</guid>

					<description><![CDATA[<p>É normal ficar nervoso em uma entrevista, ainda mais se for para o primeiro emprego. Mas independente de ser a...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É normal ficar nervoso em uma entrevista, ainda mais se for para o primeiro emprego.<br />
Mas independente de ser a primeira ou a vigésima primeira entrevista deve-se estar atento ao comportamento de modo geral, desde o modo de se vestir, falar até como se portar diante do recrutador.<br />
O primeiro princípio é:<br />
1) Vista-se de forma adequada à cultura organizacional da empresa. Não vá em uma entrevista sem estar de terno e gravata se todos que trabalham lá usam essa vestimenta, por exemplo. Se você for numa entrevista em uma empresa mais despojada, apenas uma camisa e calça social bastam. No caso das mulheres, nada de minissaia ou decotes e, muito menos maquiagem pesada! Você não está indo conquistar o recrutador de forma romântica, mas uma vaga na empresa de forma profissional. Tendo isso em mente, estude a empresa e vá preparado.<br />
Existe uma máxima que define exatamente a importância do comportamento em uma situação como essa: “A primeira impressão é a que fica.”<br />
Não importa quão competente você seja executando sua função, para SER um profissional é preciso ter uma postura à altura.<br />
2) Formule e estude as respostas para as perguntas de praxe e outras possíveis perguntas que podem ser solicitadas na entrevista. Perguntas como: Porque você quer trabalhar aqui; Qual seu diferencial e seus defeitos/pontos a melhorar; Porque saiu do último emprego etc; são comuns, mas capciosas. Não dá pra falar: “hmmm&#8230;não sei” ou “Nossa, agora você me pegou, hein”. Isso mostra despreparo e falta de autoconhecimento. Estude e pense bem no que for falar, mas não dê respostas batidas ou que parecem prontas. São respostas estudadas e conscientes. Cá entre nós, são respostas ensaiadas, mas elas não podem parecer assim!<br />
3) Mas seja autêntico. Não precisa atuar (a não ser que você esteja de fato concorrendo a um papel na TV ou teatro). As respostas são bem estudadas, mas formuladas com suas palavras, com sua entonação, seu jeito de falar. Demonstre segurança – sem ser arrogante! É muito importante ser honesto durante a entrevista, pois você será cobrado disso caso consiga a vaga. Não fale que sabe falar inglês fluente se você só sabe “Hello”. Mentir é muito ruim e acabará sendo “um tiro no pé”.<br />
BOA SORTE!</p>
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