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	<title>Arquivo de Lei - ADRUS Cursos</title>
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	<description>Educação Executiva e Profissionalizante</description>
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		<title>O que é o fator R do Simples Nacional?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2021 18:22:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[alíquotas]]></category>
		<category><![CDATA[Fator R]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[imposto]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[Simples Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[tributário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fator R é o cálculo que determina se a atividade exercida por uma empresa terá como base de tributos as alíquotas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fator R é o <strong>cálculo que determina se a atividade exercida por uma empresa terá como base de tributos as alíquotas do Anexo III ou do Anexo V do Simples Nacional.</strong></p>
<p>Essa nova forma de identificar a tributação de um negócio surgiu após a alteração da Lei Complementar nº 123/2006, responsável pela regulamentação dos benefícios instituídos às microempresas e empresas de pequeno porte, incluindo a apuração e o recolhimento de impostos municipais, estaduais e federais.</p>
<p>As modificações dessa lei foram efetivadas por outra Lei Complementar, a de nº 155/2016, que tem como objetivo reorganizar e tornar mais simples a apuração dos impostos das empresas optantes do Simples Nacional.</p>
<p>Entre as mudanças mais significativas da nova lei complementar está a extinção do Anexo VI. Com isso, as atividades econômicas que se enquadravam nessa tabela passaram a fazer parte do Anexo V.</p>
<p>No entanto, dependendo do valor da folha de pagamento, comparado ao faturamento anual, <strong>algumas atividades podem ser enquadradas no Anexo III</strong> e, dessa forma, pagar menos impostos, visto que sua tabela conta com alíquotas menores.</p>
<p>Como calcular o Fator R do Simples Nacional?</p>
<p><em>Para </em><em>calcular o Fator R</em><em> sem erros e, assim, se beneficiar com o pagamento menor de tributos, é preciso aplicar a fórmula certa e seguir algumas regras. </em></p>
<p>Para começar, é preciso ter o <strong>valor total da folha de pagamento da sua empresa e a receita bruta</strong>, ambos dos 12 últimos meses do período de apuração.</p>
<p>Essa base de cálculo do Fator R está determinada no §24 da lei complementar 123/2006:</p>
<ul>
<li><em> 24.  Para efeito de aplicação do § 5</em><em><sup>o</sup></em><em>-K, considera-se folha de salários, incluídos encargos, o montante pago, nos doze meses anteriores ao período de apuração, a título de remunerações a pessoas físicas decorrentes do trabalho, acrescido do montante efetivamente recolhido a título de contribuição patronal previdenciária e FGTS, incluídas as retiradas de pró-labore.</em></li>
</ul>
<p>Além disso, a lei complementa, no §26, com a seguinte orientação:</p>
<ul>
<li><em> 26.  Não são considerados, para efeito do disposto no § 24, valores pagos a título de aluguéis e de distribuição de lucros</em>.</li>
</ul>
<p>Ciente disso, veja a fórmula de cálculo do Fator R, lembrando sempre que se trata de valor referentes aos últimos 12 meses do mesmo período a ser apurado:</p>
<p><strong>Fator R = massa salarial / receita bruta</strong></p>
<p>Aqui, é importante considerar também as regras descritas na resolução CGSN nº 140/2018, que dispõe sobre o Simples Nacional:</p>
<ul>
<li>se a massa salarial for maior que 0 (zero) e a receita bruta igual a 0 (zero), o Fator R será igual a 0,28, ou 28%;</li>
<li>se a massa salarial for igual a 0 (zero) e a receita bruta maior do que 0 (zero), o Fator R será igual a 0,01, ou 1%;</li>
<li>se a massa salarial e a receita bruta forem maiores que 0 (zero), o Fator R corresponderá à divisão entre um valor e outro dos últimos 12 meses.</li>
</ul>
<p>Fonte: contabilizei.com.br</p>
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		<title>COVID19 x LGPD</title>
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		<dc:creator><![CDATA[IBDEC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2020 12:30:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID19]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[lei geral de proteção de dados]]></category>
		<category><![CDATA[lgpd]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual a relação entre o COVID19 e a Lei Geral de Proteção de Dados? A lei que regulamenta o Regime...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Qual a relação entre o COVID19 e a Lei Geral de Proteção de Dados?</strong></h3>
<p>A lei que regulamenta o Regime Jurídico Emergencial no período da pandemia do COVID19 alterou a LGPD em seu artigo 65, inserindo nele o inciso I-A, e alterando a data da entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados.</p>
<p>O artigo 20 da lei 14.010/20 (que foi aprovada em 10 de junho de 2020 e que Dispõe sobre o Regime Jurídico Emergencial e Transitório das relações jurídicas no período da pandemia do Covid-19) inseriu o inciso I-A ao artigo 65 da LGPD, determinando que os artigos 52, 53 e 54 passassem a vigorar somente a partir do dia 1º de agosto de 2021.</p>
<p>Outra lei que, em seu texto original, também alterava a LGPD, é a lei decorrente da Medida Provisória 595/2020.</p>
<p>O artigo 4º da MP 595/2020 alterava a data da entrada em vigor dos demais artigos da LGPD, mas foi aprovada com veto à este artigo, e vai à sanção sem esta matéria.</p>
<p>Assim, independente da lei que alterou o texto original, o certo é que as sanções decorrentes da LGPD somente serão aplicadas a partir de agosto de 2021.</p>
<p>Até mesmo porque a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que é o organismo responsável por elaborar diretrizes, fiscalizar e aplicar as sanções, ainda está pendente de instalação, ou seja, ainda não existe.</p>
<p>Entretanto, é sempre bom lembrar que no âmbito administrativo, as multas aplicadas antes da entrada em vigor da LGPD (ou seja, até 1º de agosto de 2021) eram arbitradas por órgãos fiscalizadores (PROCON e Ministério Público, entre outros) e na ausência de um órgão específico, no caso a ANPD, serão eles os responsáveis pelas punições decorrentes da LGPD.</p>
<p><strong><em>Texto  escrito por <a href="https://adrus.com.br/equipe">Luis Augusto Carlim</a></em></strong></p>
<p>Bacharel em Direito pela Universidade Metodista de Piracicaba (1998). Foi responsável pela área de Gente e Qualidade da filial da AmBev em Piracicaba, Gerente da Qualidade do consórcio SCTel em Florianópolis. É Consultor,Auditor Líder da Qualidade (ISO-9000) e Advogado militante na Comarca de Piracicaba/SP. Atuou como docente no Centro Estadual de Ensino Tecnológico Paula Souza e Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba, no segmento do Direito do Trabalho. É professor do IBDEC desde de 2006, na área de Departamento Pessoal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <strong><a href="https://adrus.com.br/">Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Educação Corporativa (IBDEC)</a></strong> é uma escola de cursos livres fundada em 2006 e que já formou mais de 17 mil alunos. Acreditamos que a Educação é a melhor ferramenta para garantir o pleno desenvolvimento dos indivíduos e instituições.</p>
<p>Através de projetos e cursos diferenciados, nossa escola permite ao aluno vivenciar nas aulas aquilo que fará em sua atividade profissional, através de exercícios práticos, dinâmicos e reais. Contamos com material didático próprio elaborado e revisado por profissionais experientes, com sólida formação acadêmica e conhecimento de mercado, proporcionando aos nossos alunos o contato com o que existe de mais atual e real em sua área.</p>
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		<item>
		<title>Trabalho Temporário e Prestação de Serviços a terceiros (Terceirização)</title>
		<link>https://adrus.com.br/geral/trabalho-temporario-e-terceirizacao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adm_agt_]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2018 13:35:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[contratação]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[IBDEC]]></category>
		<category><![CDATA[legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
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		<category><![CDATA[Reforma Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Terceirização]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho Temporário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalho Temporário é aquele prestado por pessoa física contratada por uma empresa de trabalho temporário que a coloca à disposição...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalho Temporário é aquele prestado por pessoa física contratada por uma empresa de trabalho temporário que a coloca à disposição de uma empresa tomadora de serviços, para atender à necessidade de substituição transitória de pessoal permanente ou à demanda complementar de serviços.<br />
Um exemplo de contratação de Trabalho Temporário por demanda de serviço é o que vemos ocorrer nos finais de ano com o comércio.<br />
<strong>FINALIDADE, PRAZO E PRORROGAÇÃO</strong><br />
A <a href="http://www.normaslegais.com.br/legislacao/lei-13429-2017.htm">Lei 13.429/2017</a> dispõe que o contrato de Trabalho Temporário pode versar sobre o desenvolvimento de atividades-meio e atividades-fim a serem executadas na empresa tomadora de serviços.<br />
Qualquer que seja o ramo da empresa tomadora de serviços, não existe vínculo de emprego entre ela e os trabalhadores contratados pelas empresas de trabalho temporário.<br />
Com a publicação da Lei 13.429/2017 (que alterou a Lei 6.019/74), o contrato de trabalho temporário, com relação ao mesmo empregador, deverá obedecer ao seguinte critério em questão de prazo:</p>
<ul>
<li>Prazo Normal do Contrato: 180 dias, consecutivos ou não (período máximo);</li>
<li>Prazo de Prorrogação: Mais 90 dias, consecutivos ou não (período máximo).</li>
</ul>
<p><em>O prazo de prorrogação acima será permitido quando comprovada a manutenção das condições que o ensejaram.</em><br />
A empresa contratante é subsidiariamente responsável pelas <a href="http://www.guiatrabalhista.com.br/guia/agenda.htm">obrigações trabalhistas</a> referentes ao período em que ocorrer a prestação de serviços.<br />
Já a prestação de serviços a terceiros (<a href="https://adrus.com.br/2014/course/tercerizacao">Terceirização</a>) é a transferência feita pela contratante, de quais uma de suas atividades, inclusive pela atividade principal, a uma Pessoa Jurídica de direito privado, que é uma prestadora de serviços que possua capacidade econômica compatível com a execução das atividades contratadas.<br />
Tradicionalmente, a terceirização é uma prática em serviços como limpeza, segurança e suporte, mas, com a nova lei da terceirização, as empresas podem também terceirizar até mesmo sua atividade principal. Exemplo: agora, um restaurante poderá contratar de forma terceirizada os serviços de garçom e atendimento ao cliente de uma empresa especializada, por exemplo.<br />
No caso de terceirização não se configura vínculo empregatício entre os trabalhadores, ou sócios das empresas prestadoras de serviços, qualquer que seja o seu ramo, e a empresa contratante. A empresa contratante é subsidiariamente responsável pelas obrigações trabalhistas referentes ao período em que ocorrer a prestação de serviços.<br />
Muitas coisas mudaram com a implantação da nova Lei da Terceirização.<br />
Se você tem dúvidas e quer aprender mais sobre estas mudanças venha participar do curso <a href="https://adrus.com.br/2014/course/tercerizacao">Gestão na Contratação de Terceiros</a> do IBDEC. Nossa próxima turma acontecerá no dia<strong> 20 de Outubro/18.</strong><br />
O curso será ministrado pelo Advogado <a href="https://adrus.com.br/2014/profile/luis-augusto-carlim">Luis Augusto Carlim</a><br />
Bacharel em Direito pela Universidade Metodista de Piracicaba (1998). É professor do IBDEC desde de 2006, na área de Departamento Pessoal.<br />
Fontes:<br />
<a href="http://www.guiatrabalhista.com.br">http://www.guiatrabalhista.com.br</a><br />
<a href="http://lefisc.com.br/news/TerceirizacaoTemporarioTerceiros.htm">http://lefisc.com.br/news/TerceirizacaoTemporarioTerceiros.htm</a><br />
Texto adaptado por: <a href="https://adrus.com.br">Luciana Pilon</a></p>
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		<title>Reforma Trabalhista &#8211; Contrato de Trabalho intermitente</title>
		<link>https://adrus.com.br/geral/reforma-trabalhista-contrato-de-trabalho-intermitente</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adm_agt_]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2018 18:04:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas]]></category>
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		<category><![CDATA[Medida Provisória]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medida provisória que alterava reforma trabalhista perdeu sua validade nesta última segunda-feira 23/04/2018 A medida provisória 808/2017 assinada por Michel...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Medida provisória que alterava reforma trabalhista perdeu sua validade nesta última segunda-feira 23/04/2018</strong><br />
A medida provisória 808/2017 assinada por Michel Temer foi editada pelo governo uma semana depois que a Reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017) entrou em vigor em 11 de novembro de 2017, sendo parte de um acordo do Planalto com o Senado para aprovar o texto sem modificações, evitando que voltasse à Câmara. Porém a MP perdeu a validade nesta segunda-feira (23/04/2018).<br />
O texto chegou a receber 967 emendas tendo como alvo o trabalho intermitente. Contudo tratava de diversos assuntos como, os trabalhos autônomos, representação em local de trabalho, condições de trabalho para grávidas e lactantes, permissão para grávidas trabalharem em locais insalubres, jornada de 12X36 entre outros pontos.<br />
A medida provisória precisava ser votada e aprovada pela Câmara e pelo Senado para ser sancionada pelo presidente.  Segundo Rogério Marinho (PSDB – RN), houve demora de quatro meses na instalação da comissão. Agora, a área técnica do órgão está analisando quais pontos da MP 808/17 podem ser regulamentados por meio de um decreto.<br />
Entenda como a MP complementava a Reforma Trabalhista:<br />
=&gt;Trabalho intermitente (sem horário fixo)<br />
<strong>Reforma Trabalhista</strong>: a reforma criou uma nova forma de contratação, chamada de trabalho intermitente, em que os funcionários não têm garantido tempo de trabalho mínimo e ganham de acordo com as horas ou dias de serviço. O funcionário pode ser chamado para trabalhar ou não. Por outro lado, pode trabalhar para mais de uma empresa.<br />
<strong>Medida Provisória: </strong>uma empresa não podia demitir um trabalhador com contrato normal e recontratá-lo imediatamente como intermitente. Para fazer isso, teria que esperar pelo menos 18 meses.<br />
<strong>Como ficou sem a Medida Provisória: </strong>como não haverá mais restrições, a empresa poderá demitir os funcionários e, em seguida, recontratá-los como intermitentes.<br />
Escrito por Melissa Cristina Ponciano<br />
Fontes: <a href="https://www.cartacapital.com.br/politica/mp-da-reforma-trabalhista-caducou-o-que-isso-significa">https://www.cartacapital.com.br/politica/mp-da-reforma-trabalhista-caducou-o-que-isso-significa</a><br />
<a href="https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/04/23/reforma-trabalhista-medida-provisoria-validade.htm">https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/04/23/reforma-trabalhista-medida-provisoria-validade.htm</a></p>
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